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    www.mais.uol.com.br/catequese. Esta pasta contém vídeos, conteúdos, textos, aúdios, músicas sacras e populares.



    Escrito por Meneguzzi às 07h30
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    Este blog já teve 40 mil acessos.



    Escrito por Meneguzzi às 07h23
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    Dia 11 de fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira da paróquia onde nasci e cresci. Quinta-feira, dia 11



    Escrito por Meneguzzi às 18h52
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    Vem aí MISSÃO DE ANUNCIAR, meu novo livro, publicado pelas Paulinas. A obra já está em diagramação segundo a Editora. O livro mantém a linha do PAIXÃO DE ANUNCIAR, que já está indo para a quarta edição.  MISSÃO DE ANUNCIAR será um livro de catequista para catequista, escrito com amor, carinho, paixão e missão, e  só foi possível graças de tantos outros catequistas de todo o Brasil. MISSÃO DE ANUNCIAR é mais uma obra daqueles que amam a missão e que a entendem como fundamental para mudar o mundo.

    MISSÃO DE ANUNCIAR - Informações através dos telefones 0800 701 0081 nas Paulinas.



    Escrito por Meneguzzi às 18h50
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    Material para formação


    Mutirão da Comunicação: A Carta de Porto Alegre
    A carta servirá como documento para as ações da Pastoral de Comunicação e servirá para conduzir as diretrizes da Igreja e seus profissionais de comunicação. Clique aqui e leia
    http://mais.uol.com.br/view/1335020

    Por que uma Iniciação à Vida Cristã?
    Clique aqui e leia -
    http://mais.uol.com.br/view/1335032

    A experiência dos discípulos de Emaús
    Clique aqui e leia -
    http://mais.uol.com.br/view/1331009

    Mensagens aos catequistas de todo o Brasil
    Catequistas de dez cidades diferentes deixam uma palavra de incentivo a todos os que trabalham com a catequese
    Ouça aqui-
    http://mais.uol.com.br/view/1300095



    Escrito por Meneguzzi às 17h09
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    Padre Zezinho

    LEVA-ME A CONVIVER

    Ainda não aprendi a conviver com irmãos e irmãs que não pensam como eu penso, não pregam como eu prego e não oram como eu oro. Ainda não sou suficientemente cristão, por isso mesmo, suficientemente ecumênico. Cristãos de verdade são fraternos e ecumênicos e, embora discordem do modo de crer e afirmar a fé, percebem Tua luz nas outras igrejas. Não se acham os únicos eleitos.  Ainda sofro da tentação de achar que sou mais cristão do que eles; que eles precisam mudar e eu não! Preciso aprender urgentemente a praticar este exercício de humildade. Há santos fora da minha casa, santos em outros grupos da minha igreja, santos em outras religiões, santos que tu fizeste porque são teus santos e não nossos. Não fomos nós que os fizemos santos, nem nosso maravilhoso movimento ou nossa querida comunidade. Foste Tu, Senhor, com a anuência e a concordância deles.

    Concede-me, pois, a graça de tentar, nos anos de vida que me restam, ser um santo a teu modo; não ao meu; um santo que não entra em competição. Direi sempre o que penso, mas quero dizê-lo sem perder o respeito pelos irmãos de quem eventualmente eu discordo. Que meus irmãos sejam santos e consagrados do jeito deles. Eu tentarei ser santo do teu e do meu jeito. Se discordar deles, quero discordar com amor e sinceridade, de tal maneira que eles percebam que eu os amo. Para que serve um santo, se ele não se pauta pela verdade? Para que um santo se não admira o que é bom da parte dos outros? Para que um santo que não discorda com sinceridade? Ajuda-me a não brigar pelo teu colo e a não achar que estou mais nele do que os outros. Que eu me contente com o pedacinho que tenho, que já é grande e que basta para as minhas pretensões de, um dia, encontrar-te e viver ao teu lado por toda a eternidade. Merecer, eu não mereço, mas espero estar em Ti para sempre, porque sei que da tua misericórdia.

     



    Escrito por Meneguzzi às 07h25
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    Evangelho do dia 09 de fevereiro, terça-feira

    Jesus e a tradição dos judeus
    Mc 7,1-13

    Alguns fariseus e alguns mestres da Lei que tinham vindo de Jerusalém reuniram-se em volta de Jesus. Eles viram que alguns dos discípulos dele estavam comendo com mãos impuras, quer dizer, não tinham lavado as mãos como os fariseus mandavam o povo fazer.
    (Os judeus, e especialmente os fariseus, seguem os ensinamentos que receberam dos antigos: eles só comem depois de lavar as mãos com bastante cuidado. E, antes de comer, lavam tudo o que vem do mercado. Seguem ainda muitos outros costumes, como a maneira certa de lavar copos, jarros, vasilhas de metal e camas.)
    Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram a Jesus:
    - Por que é que os seus discípulos não obedecem aos ensinamentos dos antigos e comem sem lavar as mãos?
    Jesus respondeu:
    - Hipócritas! Como Isaías estava certo quando falou a respeito de vocês! Ele escreveu assim:

    "Deus disse:
    Este povo com a sua boca diz
    que me respeita,
    mas na verdade o seu coração
    está longe de mim.
    A adoração deste povo é inútil,
    pois eles ensinam leis humanas
    como se fossem mandamentos de Deus."
    E continuou:
    - Vocês abandonam o mandamento de Deus e obedecem a ensinamentos humanos.
    E Jesus terminou, dizendo:
    - Vocês arranjam sempre um jeito de pôr de lado o mandamento de Deus, para seguir os seus próprios ensinamentos. Pois Moisés ordenou: "Respeite o seu pai e a sua mãe." E disse também: "Que seja morto aquele que amaldiçoar o seu pai ou a sua mãe!" Mas vocês ensinam que, se alguém tem alguma coisa que poderia usar para ajudar os seus pais, mas diz: "Eu dediquei isto a Deus", então ele não precisa ajudar os seus pais. Assim vocês desprezam a palavra de Deus, trocando-a por ensinamentos que passam de pais para filhos. E vocês fazem muitas outras coisas como esta.



    Escrito por Meneguzzi às 18h19
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    Evangelho do dia 08 de fevereiro

    Em vista da salvação  -Mc 6,53-56

    Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré, onde amarraram o barco na praia. Quando desceram do barco, o povo logo reconheceu Jesus. Então, eles saíram correndo por toda aquela região, começaram a trazer os doentes em camas e os levavam para o lugar onde sabiam que Jesus estava. Em todos os lugares aonde ele ia, isto é, nos povoados, nas cidades e nas fazendas, punham os doentes nas praças e pediam a Jesus que os deixasse pelo menos tocar na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.



    Escrito por Meneguzzi às 18h17
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    "Não se deixe enganar pelas aparências. Nem faça juízo precipitado de quem você não conhece. 
    Permita que a pessoa possa demonstrar os tesouros que guarda na intimidade. 
    Dê-lhe um espaço para o trabalho. Permita-lhe a floração. 
    Se houver necessidade de uma poda, um pequeno arranjo, você poderá providenciar, na seqüência. 
    Mas não abafe as sementes da bondade que desejam florescer e frutificar no coração das criaturas."
     



    Escrito por Meneguzzi às 18h08
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    A mais terrível pobreza é a solidão e o sentimento de não ser amado. (Madre Tereza)



    Escrito por Meneguzzi às 12h46
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    Sobre o texto " A miséria e a fartura", depoimento de catequista Darlene através do e-mail alberto@albertomeneguzzi.com.br

    "..É meu amigo,parece que você tem o dom de falar tudo da maneira com que nós nos sintamos parte da história.Realmente estamos vivendo num mundo em que pequenos gestos fariam a diferença,um abraço,um aperto de mão,um simples gesto,nos faria continuar achando tudo mais facil,no entanto as críticas e os defeitos nos são apontados a todo instante com se dependesse somente de nós a perfeição em tudo. Na maioria das vezes somos chamados a ser fortes,sabendo estar totalmente frágeis...
    Beijos e fica com Deus tá ! Se precisar de alguém pra desabafar sinta-se a vontade...."



    Escrito por Meneguzzi às 12h45
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    Para compreender e colocar em prática a Iniciação à Vida Cristã, com inspiração catecumenal, é de fundamental importância o Ritual de Iniciação Cristã de Adultos( RICA). Publicado pela Congregação do Culto Divino e aprovado pelo Papa Paulo VI em 1972, este ritual obedece ao que o Concílio Vaticano II, pede uma retomada, com as devidas adaptações, do Catecumenato dos inícios da Igreja.



    Escrito por Meneguzzi às 12h43
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    A iniciação cristã é um desafio que devemos encarar com decisão, com coragem e criatividade, visto que em muitas partes a iniciação cristã tem sido pobre e fragmentada. Ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo e convidando-as para o seu seguimento, ou não cumpriremos a nossa missão evangelizadora. (287 DA)

    Mas o que é Iniciação cristã? E o que isso tem a ver com a catequese da minha comunidade? Saiba mais sobre isso. Pergunte ao pároco da sua paróquia. Pergunte a sua coordenadora se ela sabe alguma coisa. Pesquise. Leia. Se interesse sobre este assunto. Documento de Aparaecida, Diretório da Catequese,Documento 97 e outros tantos textos e publicações que tratam do assunto. A catequese do Brasil está mudando, não podemos perder o bonde dessa mudança.

     



    Escrito por Meneguzzi às 12h39
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    "O que vai decidir qual minha concepção de ser humano não é minha teoria, meu raciocínio filosófico, mas minha prática, isto é, como me comporto, quais as relações que estabeleço"(Pedrinho Guareschi)



    Escrito por Meneguzzi às 11h00
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    Ninguém desiste de ser catequista por causa do Padre.  Desistir de ser catequista por causa do Padre? Como pode alguém desistir de ser catequista, não ir mais a missa, ficar magoado, triste, questionar a fé, por causa do Padre? Desistir do projeto de Cristo, por causa da antipatia ou simpatia pela figura do Padre? Sei, muitos deles abusam da autoridade, não dialogam, são ausentes e autoritários. Sim, mas são sacerdotes consagrados para uma missão e , acima de tudo, também são humanos. Ninguém é dono de uma comunidade. Ninguém. Nem padres, nem catequistas. Não podemos nos apoderar. É cristo quem se apodera da gente e é por Ele, somente por Ele, que fazemos da nossa missão algo fundamental para a mudança deste mundo sem graça que está aí. Mas desistir da missão, do projeto, da ação, por causa de divergências com o Padre, com o pároco, sacerdote, seja lá quem for, é demais. Fazer isso é desistir do projeto maior, que independe de nós. Resolva os problemas. Chame para uma conversa. Diga o que tem para dizer. Chore se for preciso. Resolva a situação. Mas acima de tudo, dialogue e busque o entendimento sempre. Ninguém que se diz católico pode justificar a ausência e desistência de um projeto, simplesmente por causa da simpatia ou antipatia por outra pessoa que diz estar no mesmo projeto. Mas se for assim mesmo, se não tem outro jeito, se acha que é impossível continuar trabalhando, se entrou na fase do   " ou é ele ou é eu", então, faça o seguinte: desista mesmo. O projeto de Deus nao admite pessoas medrosas! É preciso coragem para seguir os planos que foram traçados pelo Céu. Cruze os braços e faça o que fazem milhares de pessoas que estão nas estatísticas do IBGE, também fazem, ou seja, fique apenas nas estatísticas. Precisamos de batalhadores e não de fracos que desistem nas primeiras dificuldades que aparecem. Desculpem a minha franqueza. Mas não há mais espaço para "meios católicos". Ou somos ou não somos. E se somos, nos comprometemos. E se nos comprometemos, o somos por inteiro. E se somos por inteiro, não há situações difíceis que podem nos fazer desistir. Vai continuar arranjando desculpas? Eu vou continuar arranjando meios para fazer as coisas! Desistir de ser catequista por causa do Padre? Por favor, me poupem disso....



    Escrito por Meneguzzi às 10h59
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    Nos dias 06, 07 e 08 de fevereiro de 2009, eu estava em Tangará da Serra, no Mato Grosso. Foi uma das minhas viagens mais longas para falar sobre a Paixão de anunciar. Foi um momento lindo. Estive lá pelo contato com a catequista Dulce, uma pessoa especial, cheia de ideias e de vontade de fazer da catequese algo melhor. Foi ela quem articulou tudo e prometeu ser minha irmã virtual (só que desde setembro do ano passado, não me responde mais e-mails). Estas palestras tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom é que pude fazer amigos  com os quais mantenho contato  até hoje. Em Tangará, é o caso da Silvanety, uma pessoa maravilhosa, com quem ainda divido tristezas, alegrias, êxitos, frustrações da vida e da catequese. O lado ruim é que nos lugares onde eu passei, dificilmente eu volto. A excessão é São João Del Rei, onde já foi três vezes desde 2008 (ainda vou morar lá um dia) e Leme, no Interio de São Paulo onde já estive em duas ocasiões ( Minha amiga Eliza é responsável por isso) É muito difícil organizar encontros deste porte. Imagina, convidar um cara do Rio Grande do Sul para fazer palestras sobre catequese no Mato Grosso. Nao é fácil.  Então, neste ano, minhas viagens até diminuiram. Tenho saudade deste mesmo período no ano passado. Eu já estava no Mato Grosso. Depois tinha que viajar para Londrina e ainda teve Guarapuava no Paraná. E depois, outros lugares por aqui mesmo, onde pude conhecer pessoas maravilhosas. O lado ruim disso tudo é não poder voltar, pois alguns lugares, eu acho, já devem estar de saco cheio das minhas formações (rsrsrs). O desafio é nao se tornar repetitivo. Mas o maior desafio mesmo é não perder contato com pessoas que me descobriram, ainda em 2005, para este tipo de formação. A primeira delas, a Ivani, aqui de Carlos Barbosa. A Viviane de Itu-SP. A Dulce, de Tangará da Serra. A Maria Helena, de Novo Hamburgo. A Fátima de São Vicente - SP. Onde anda este pessoal? Saudades de todos vocês. Um beijo no coração de Tangará da Serra, no Mato Grosso, um lugar que eu nunca vou esquecer, jamais.  Faz um ano que estive lá. O lugar mais gaúcho, fora o Rio Grande do Sul, que eu já conheci.



    Escrito por Meneguzzi às 20h13
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    "A conversa com catequistas de todo o Brasil foi uma verdadeira formação para mim. Eu que sempre tentei encorajar os outros, andava meio desanimado com tudo. Mas aí tive uma idéia: sem inspiração para escrever, tendo pouco retorno das pessoas com as quais me comunico via internet, decido ir ao encontro delas. O desafio foi organizar um programa de rádio especial, a ser reproduzido em breve na Rede de emissoras onde eu trabalho, que chama-se REDE SUL DE RÁDIO. Liguei para dez catequistas. São elas, Imaculada, de Franca-SP, Leninha - Uberaba-MG, Catari-Niterói-RJ, Carmem-Cuiabá-MT, Edivânia- Curitiba-PR, Rosângela-Londrina-PR, Fernanda-Machadinho D'Oeste-MT, Cristina- São Leopoldo-RS, Angela, Guarapuava-PR e Raimunda, São João Del Rei-MG. Ouvi delas muitas coisas. Conheci um pouco mais de cada uma. Chorei calado em algumas entrevistas. Senti a vontade de conhecer cada realidade da catequese deste imenso Brasil. Mas, principalmente, tocou em mim o ardor com que cada uma executa sua missão. Foi evangelizado, ou melhor, reevangelizado por elas, e isso só aconteceu porque fui ao encontro. Sinto-me melhor, mais animado, justamente porque tive a humildade de ouvir quem um dia foi tocado pelos meus textos. Divido com vocês a paret final de cada entrevista, onde cada uma dessas dez mulheres catequistas, deixam uma mensagem de ânimo e coragem para todos aqueles que ainda arriscam dar um pouco de si pelo projeto de Jesus Cristo." ( ALBERTO MENEGUZZI)

    http://mais.uol.com.br/view/1300095



    Escrito por Meneguzzi às 09h27
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    "O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser um pessimista; sou antes um exaltado, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de que!" Florbela Espanca



    Escrito por Meneguzzi às 21h52
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    Promessas fáceis, são fáceis fazer. Difícil é se compremeter



    Escrito por Meneguzzi às 09h36
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    "Ainda falta descobrir a
    serenidade
    ainda falta dominar a
    ansiedade
    e aprender a
    esperar.
    ainda me falta
    pacificar
    deixando o coração
    ficar mudo
    ainda falta aprender
    quase
    tudo."



    Escrito por Meneguzzi às 22h51
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    Se eu choro, sou fraco.
    Se  dou risadas demais, sou infantil.
    Se ficar sério, sou antipático.
    Se eu calo, sou babaca.
    Se falo, sou subversivo.

    Se grito de felicidade, sou um louco.
    Se me tranco no quarto, sou depressivo.
    Se declamo poesias, sou “nerd”.
    Se exprimo sentimentos, sou  bixa.
    Se sou enfático na defesa das minhas ideias, sou chato

    Se sou eu mesmo, não agrado a a muitos.
    Se sou o que os outros querem, é a mim que desagrado.

    Se rezo, sou carola.
    Se não freqüento a Igreja, sou ateu.
    Se elogio, sou interesseiro.
    Se critico, sou invejoso.

    Se reivindico meus direitos, sou da esquerda.
    Se deixo tudo como está, sou da direita.

    Se não penso em coisas materiais, me falta ambição.
    Se ambiciono coisas demais, sou materialista.

    Se amo, sou um careta.
    Se não amo, sou insensível.

    Do jeito que sou, agrado e não agrado.
    Aos  olhos do pai, somente aos olhos dele, é que me sinto amado.
    Do jeito que sou. ( Alberto)

     



    Escrito por Meneguzzi às 19h11
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    Catequista freelance

      A catequese não  pode ser encarada como algo eventual.  Um catequista  não pode ser freelance, do tipo que  trabalha independente dos outros, que faz o que quer nos seus encontros, que não busca na relação com os  demais o crescimento pessoal e espiritual.
      Freelance é o cara que trabalha de forma independente. Existe nele um certo compromisso, mas não a oficialidade.  Por isso, tudo ser torna eventual, esporádico.  “Não estou atrelado a ninguém, mas a um trabalho que me foi solicitado”. “Não tenho horário e não tenho chefes.” Assim são alguns, não todos, freelances.Não estou dizendo, com isso, que freelances trabalham com descaso ou que não se dedicam naquilo que fazem. Nada disso. Só estou fazendo um comparativo com a catequese. Catequista freelance, não dá.
      Infelizmente existem muitos catequistas que agem com desinteresse. Encaram a catequese não como uma missão, mas sim, como uma simples tarefa a ser cumprida. Claro, existem muitos que não se dão conta da dimensão  do trabalho em que estão metidos e outros ainda, que não vêem a catequese como uma chance de mudar o mundo através das pessoas. 

     Cada vez me convenço mais que é preciso, definitivamente, o primeiro anúncio.
     Reevangelizar os catequistas. Reevangelização geral, urgente, prá ontem...
     Torná-los cientes da missão.
     Fazê-los acordar para a realidade do mundo.
     Orientá-los à busca incessante de formação e conhecimento.
     Formá-los para o relacionamento humano.
     Criar neles o senso crítico e a capacidade de diálogo.
     Ensiná-los a viver em comunidade, obedecer às hierarquias.
    A estabelecer metas.
    A criar objetivos comuns.
    A ter paciência.
    A escutar mais do que falar.
    A própria Igreja precisa se dar conta de tudo isso.  Também são necessárias formações específicas e mais profundas, para padres, párocos, religiosos e religiosas, para que atuem nas bases e juntem-se aos catequistas, e não os abandonem a própria sorte como acontece em  muitas comunidades.
    Não precisamos de mais teses. Nem de conceitos pré-estabelecidos. Nem do óbvio  e nem do blá-blá-blá dos doutores que nunca pisaram numa sala de catequese, mas que dão o pitaco em tudo que se refira a ela. Os catequistas interessados, dedicados, que amam a missão que lhes foi confiada, não necessitam mais de chefes que só mandam fazer, mas nunca estão ao lado.
    Precisamos de gente engajada, preparada, formada, que não apenas indique caminhos, mas que nos ajude a caminhar.
    Reevangelizar catequistas é torná-los hábeis, corajosos, cientes da missão e não freelances ocasionais, momentâneos, sem compromisso, que hoje estão envolvidos e amanhã, estão afastados.
    Todos, sem exceção, precisamos rever conceitos e atitudes em relação a catequese.
    Todos, todos mesmo, inclusive os padres e muitos bispos que andam por aí. ( Alberto Meneguzzi)

     



    Escrito por Meneguzzi às 16h27
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    " E meus sonhos, ah, tantos sonhos, continuam intactos, ali, guardadinhos, esperando o momento certo, para deixarem de ser apenas sonhos. E os tenho aos montes. Sonhos, sonhos, e mais sonhos. Um catequista é, acima de tudo, um sonhador, que quando  deixar de sonhar, deixará de entender a beleza da sua  missão. É preciso sonhar. Quanto a mim, vou seguindo lentamente os meus passos, tentando pisar em terra firme, para que meus inúmeros sonhos, tornem-se, num curto ou distante espaço de tempo, uma realidade. Se você quer sonhar, siga-me. Se não estiver disposta, te amarei da mesma forma, sonhando com o dia exato, que você dirá 'como eu fui burra em ter desistido dos sonhos'. Um catequista jamais, em hipóstese alguma, pode deixar seus sonhos de lado."



    Escrito por Meneguzzi às 22h59
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    As histórias do Zé catequista

    A importância do planejamento

    A semana passou rápido. Mesmo a correria do trabalho e as preocupações do dia a dia não fizeram Zé esquecer do encontro no sábado. O que fazer? Como desmanchar a besteira daquele primeiro encontro? O jeito era conversar com a coordenadora. Chegou um pouco antes e timidamente confessou que não havia conseguido fazer o encontro. A coordenadora lascou um “As crianças de hoje em dia são assim mesmo, Seu Zé. Todas mal educadas.” Mas Zé sabia que não era isso não. Ele é que estava mal preparado. Insistiu e perguntou se não havia algum tipo de curso para se fazer, uma apostila pra ler, que ajudasse a preparar os catequistas:
    “-Olha, ter até tem... Pega aqui o Diretório de Catequese e dá uma lida.” Disse ela. Quanto ao “curso”, estava no planejamento. O padre e ela iam falar sobre isso no próximo encontro de catequistas. Dali a um mês.

    Bom, lá se foi o Zé para a salinha. Faltava ainda algum tempo para as crianças chegarem e Zé foi observando as paredes. Não havia nada ali que lembrasse um lugar especial, de encontro com Jesus. Parecia uma sala de aula. Tinha carteira, quadro de giz, uns cartazes velhos na parede. E ele pensou: “Será que uma faixa de boas vindas não seria legal aqui?” e mais “E se as cadeiras não parecessem sala de aula?”. Pensando assim Zé foi se animando. Podia mudar aquilo. E chegou o primeiro catequizando. Zé, já com um sorriso de animação estampado, cumprimentou o menino e disse: “Quer me ajudar a fazer uma coisa?”. E lá foram eles colocando as cadeiras em círculo. Foram chegando as outras crianças e, no mesmo espírito, Zé foi se apresentando e cumprimentando um a um com um aperto de mão. E pedindo para ajudar.

    E as crianças animadas iam perguntando e dando sugestões: “Onde coloco essa, Seu Zé?” e “O que é que a gente vai fazer, agora?” E Zé viu que não havia nada de assustador ali não: “Agora, vamos conversar com Jesus!”. E o encontro deslanchou. Conseguiu fazer a oração, conseguiu ler o evangelho e fazer as atividades do manual. E quando viu tinha terminado o encontro. Mas faltavam mais de 20 minutos do horário! E agora? Tinha feito a oração final, pedido um gesto concreto para a semana e as crianças iam se levantando, arrumando as coisinhas... Bom, o jeito foi se despedir.
    Na saída a coordenadora: “Ué, Seu José, já acabou? Não sabe que o encontro é de hora  e meia?” Pois é, novo fiasco. Não tinha pensado nisso. Planejar o tempo. Também num encontro de catequese é necessário planejamento Como é que se faz isso? Ia para casa ler o tal do Diretório. Quem sabe lá tivesse uma resposta. ( 

    Esta segunda história do ZÉ, foi escrita pela catequista Ângela Rocha, da cidade de Guarapuava)



    Escrito por Meneguzzi às 22h53
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    ....." E a vida segue, sem surpresas, num ritmo normal, com altos e baixos. E sigo, ao mesmo tempo, no ritmo acelerado dos sonhos que projetei. E me encarrego, aos poucos, de colocar os pés no chão, mas jamais deixando de sonhar. Sigo o ritmo desde mundo que não dorme, das pessoas que ao meu lado, parecem tão distantes. Mas sigo o sonho de transformar o mundo, mesmo que as vezes  eu me ache incapaz de transformar coisas pequenas em mim mesmo....."



    Escrito por Meneguzzi às 17h36
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    Um terremoto no Peru, em 2007, possibilitou esta imagem. Em meio a escombros, esta cruz ficou intacta. Isso no peru, em 2007. No Haiti, aconteceu a mesma coisa, justamente na frente da Igreja  onde estava a Dra Zilda Arns. Tudo ruiu por lá. Mas as imagens mostram a cruz, com a imagem de Jesus, intacta na frente da Igreja. Impressionante!



    Escrito por Meneguzzi às 17h31
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    O grito que vem do Haiti

    A Secretária nacional da Pastoral da Criança que estava junto com a Dra. Zilda Arns, no Haiti, voltou ao Brasil e contou o drama do terremoto. Disse que após o tremor que demoliu o prédio onde estavam, ouviu gritos desesperados de crianças, vindos de um prédio ao lado. Uma escola desabou por completo e diversas pessoas ficaram soterradas também ali. Segundo o relato de Rosângela Daltoé, as cenas que ela presenciou no Haiti são chocantes e não saem da sua cabeça. Pais gritando a procura de seus filhos. Filhos gritando a procura de seus pais. Um verdadeiro caos estabelecido num país, que normalmente já vive a beira de um colapso, e que agora  convive com os horrores desta catástrofe natural.
     O grito que vem do Haiti e que toca o meu coração e de tanta gente, é bem parecido com os que ouvi nas inúmeras palestras que proferi em 2009, para pais, crianças, jovens e catequistas em diversos lugares do Brasil. Convivi com pais desesperados em busca dos filhos, que estão nos escombros de relacionamentos vazios e distantes. Tive contato com filhos que pedem por socorro, atingidos pelo concreto de um mundo que desaba sobre suas cabeças  e que lhes proporciona apenas angústia.
     O grito que vem do Haiti, noticiado diariamente na imprensa mundial, é um grito semelhante ao que ouço de muitos catequistas com os quais convivo, pessoalmente ou virtualmente. Muitos dos relatos que chegam até mim são verdadeiros gritos, de homens e mulheres, que clamam por uma catequese melhor, que deixe verdadeiramente as sombras e que busque a luz; que pare de ficar “zanzando” de um lado para outro, sem rumo, sem forças, sem teto, sem chão e com medo de novos tremores.
     O grito que vem do Haiti serve de alerta. Angustia-me ver tantas cenas chocantes, tanta gente chorando, com fome, sede, desesperadas para encontrar parentes desaparecidos. Me choco mais ainda com os milhares de corpos espalhados pelas esquinas, ruas, sendo enterrados como se fossem lixo, numa vala comum, num lugar qualquer.
      O grito que vem do Haiti é forte, doloroso, cruel, chocante, impactante. Irmãos nossos, assim, desse jeito, sofrendo os horrores de uma tragédia. Famílias inteiras dizimadas. Uma cidade inteira destruída. Um povo sofredor, mais sofrido ainda, que briga nas ruas, como se fossem bichos, para garantir um pouco de comida e água.
     O grito que ouço por aqui é uma espécie de desabafo de muitas pessoas que se dizem preparadas, instruídas, cultas, religiosas, éticas, corretas, mas que no fundo, vivem a tragédia de suas próprias catástrofes internas. Gente que quer sair dos escombros, mas que tem medo de novos tremores. Gente que caminha sem rumo, sem destino final, sem luz, no deserto de sentimentos. O grito que vem do Haiti é bem parecido com o que ouço de diversos catequistas e estes gritos produzem em mim ecos profundos  no meu coração
     Dê uma olhada ao seu redor, com atenção, cuidado. Observe as famílias, as relações entre casais, os relacionamentos profissionais e até mesmo como se constituem as relações entre pessoas que vivem na sua comunidade e se dizem cristãs. Tente analisar a sua própria conduta. Tenho certeza que você vai ouvir gritos, sufocados pela dor e pelo medo, que até então não ouvia, e que estão soterrados por sentimentos pequenos, vazios, entremeados de escombros de um mundo perverso.
     O Haiti é aqui. ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 22h37
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    Um leproso chegou perto de Jesus, ajoelhou-se e disse:
    - Senhor, eu sei que o senhor pode me curar se quiser.
    Jesus ficou com muita pena dele, tocou nele e disse:
    - Sim! Eu quero. Você está curado.
    No mesmo instante a lepra desapareceu, e ele ficou curado.

     



    Escrito por Meneguzzi às 07h30
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    "Não sei quantas almas tenho.
    Cada momento mudei.
    Continuamente me estranho.
    Nunca me vi nem acabei.
    De tanto ser, só tenho alma.
    Quem tem alma não tem calma.
    Quem vê é só o que vê,
    Quem sente não é quem é,
    Atento ao que sou e vejo,
    Torno-me eles e não eu.
    Cada meu sonho ou desejo
    É do que nasce e não meu.
    Sou minha própria paisagem;
    Assisto à minha passagem,
    Diverso, móbil e só,
    Não sei sentir-me onde estou.
    Por isso, alheio, vou lendo
    Como páginas, meu ser.
    O que sogue não prevendo,
    O que passou a esquecer.
    Noto à margem do que li
    O que julguei que senti.
    Releio e digo : "Fui eu ?"
    Deus sabe, porque o escreveu."



    Escrito por Meneguzzi às 21h42
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    "Sentimentos podem crescer, mais eles também podem ir embora.....Cuide do que é importante.....Tente não errar com quem realmente se importa com você. Todas as pessoas tem um limite e quando você menos espera perdeu uma chance de ter um grande amor/amigo.... Por isso valorize as pessoas enquanto você às tem, depois que as perde isso não fará mais diferença"



    Escrito por Meneguzzi às 21h40
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    É mais seguro reconciliar-te com um inimigo do que derrotá-lo. A derrota pode priva-lo de seu veneno; mas a reconciliação o privará de sua vontade de prejudicar." (Owen Feltcham)



    Escrito por Meneguzzi às 21h30
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    A amizade sempre é proveitosa, o amor às vezes é. (Sêneca)



    Escrito por Meneguzzi às 21h29
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    "Só os solitários conhecem a alegria da amizade. Outros têm suas famílias, mas só para um solitário e um exilado os amigos são tudo."



    Escrito por Meneguzzi às 21h27
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    Queridos catequistas e evangelizadores de todo o país. Disponibilizo outras DEZ dinâmicas para trabalhos em grupos, catequese, grupos de jovens. Volto e lembrar: dinâmicas são meios, recursos para se utilizar em parte dos encontros de catequese. Jamais podem ser "fim". Nada substitui o estudo, a formação, a leitura da palavra, a oração.

    Leia: http://mais.uol.com.br/view/1022879



    Escrito por Meneguzzi às 21h22
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    Sagrado coração de Jesus: eu confio em vós



    Escrito por Meneguzzi às 19h38
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    A Pastoral da Criança e a catequese! 
    Amigos anjos catequistas de todo o Brasil:
    além de catequista, sou assessor voluntário de comunicação da Pastoral da Criança da Diocese de Caxias do Sul.
    E hoje, para todos aqueles que aprenderam a admirar o trabalho desta pastoral no Brasil e no exterior, é com consternação que recebemos a notícia da morte da Dra. Zilda Arns, fundadora da Pastoral. Ela estava no HAITI e foi uma das tantas vítimas do terremoto que atingiu aquele país na noite desta terça-feira. Estava por lá para palestras na américa Central, uma delas seria hoje, inclusive, e também para implantação da Pastoral naquele país.
    No Brasil são  260 mil voluntários que atuam na pastoral, muitos dos quais, também catequistas.
    Em torno de  1 milhão e 700 mil crianças são atendidas e 7 Mil paróquias possuem a Pastoral da Criança representadas em suas comunidades em 40 mil municípios do Brasil.
    Se existe uma Pastoral que trabalha de forma concreta é a Pastoral da Criança.  E eu considero catequese pura, das mais autênticas, daquela que mexe  com estruturas das pessoas, na saúde do corpo de crianças e adultos. Recentemente a Pastoral passou a trabalhar também com as pessoas idosas.
    Por isso, a tristeza, da perda de uma grande liderança, de uma grande catequistas, que insistiu em fazer o diferente, que saiu da mesmice, arregaçou as mangas e se dispôs a trabalhar de forma concreta.
    Fica os meus sentimentos.Deixamos as nossas orações a ela.
    E continuemos firmes nos nossos propósitos, de lutar sempre pela evangelização, de sairmos da vala comum, e de trabalharmos por quem realmente necessita.Esta também é a nossa missão, como catequistas, a exemplo do que fez, durante toda a sua vida, a Dra. Zilda Arns.
     
    Alberto Meneguzzi
    Catequista e assessor de comunicação voluntário da Pastoral da Criança da Diocese de Caxias do Sul/RS


    Escrito por Meneguzzi às 15h08
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    Coerência

     

    Coerência é ser santo? Não! Coerência é ser livre. Liberdade para decidir. Liberdade para dizer não. Liberdade para dizer sim. Liberdade para ficar em dúvida. Uma pessoa coerente é uma pessoa livre. A busca é pela santidade, mas a coerência não significa necessariamente ser um santo. Mas então, porque ser coerente? Ouço muito isso na catequese. É preciso manter a coerência. Parece que por ser um catequista, a pessoa necessita ser perfeita. Ouço isso em palestras, retiros, pregações. Mas quem consegue? Quem consegue manter, 24 horas por dia, 366 dias por ano, a coerência daquilo que aprende, do que ensina, do que prega para os outros? A caminhada de Jesus foi uma caminhada coerente, ética, reta, justa, santa. Mas quantas vezes Ele foi tentado, sentiu-se frágil, sozinho e confuso? Mas quem de nós, catequistas, tem coerência plena  nas ações diárias? Quem de nós nunca teve um deslize de comportamento? Quem de nós não disse, em algum momento, uma palavra que não poderia ser dita para outra pessoa? Quem de nós não se sentiu tentado, em algum momento, a seguir apenas as  coisas do mundo? Quem de nós pode dizer, em alto e bom tom, que nunca errou?

                Coerência não é ser santo. Coerência é ser livre. Liberdade para interpretar os sinais de Deus. Liberdade para decidir o que é certo e errado. Liberdade para conhecer a verdadeira mensagem e, fazer dela, ou não, seu ideal de vida.

    Mas quem pode julgar o outro? Quem pode apontar o dedo? Quem pode dizer se outro é digno ou não?

    Andar num caminho reto, justo, ético e coerente, não significa represar sentimentos por medo dos que os outros vão pensar. Ser coerente é nunca errar? Ser coerente é agir na absoluta perfeição? Ser coerente é guardar medos, angustias, sofrimentos, sentimentos, apenas para que os outros lhe vejam como  alguém coerente?

                Coerência é ser livre.

                Liberdade para  pode errar. Liberdade para pedir perdão. Liberdade para pedir ajuda. Liberdade para não julgar os outros. Liberdade para ser apenas, tão apenas, um ser humano convicto de suas próprias limitações.

               

               



    Escrito por Meneguzzi às 17h56
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    "Olá Alberto, lendo esta mensagem sua me identifiquei nesta historia, porque comigo acontece sempre a mesma coisa quando estou em algum lugar que não tem pessoas da igreja e até mesmo no meu trabalho quando digo que sou catequista fica aquele negocio assim vc, não acredito e o que ta fazendo aqui. As pessoas que me conhece mas que não frequentam a igreja tem a mania de me tachar de santa, coisa que eu não gosto aí qualquer coisa que eu faço ou lugares que eu vou dizem o que a beata da igreja ta fazendo aqui. nossa a  santinha aqui, as pessoas não entendem minha missão e que por essa missão não sou santa, procuro evangelizar nos lugares que eu vou. mas sabe que é ate engraçado  ver a cara de espanto das pessoas. gosto de  ver historias de pessoas que vivem historias semelhantes. Abraços, Neide"

     



    Escrito por Meneguzzi às 22h46
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    Recados

    Comentários de catequistas sobre o texto " Um catequista na balada". Preservo o nome deste catequista que me escreveu, cujo recado, publico abaixo na íntegra e sem alterações.

    "E daí Alberto , como vai??
    Cara, juro que lí esta história e não pude me conter, tive que dar risada........
    Calma, não de errado no que vç comentou neste texto.
    Sabe , me separei no final do ano passado, faz um ano, estive casado 14 anos, tenho um filho de 11 anos e  minha esposa quase nunca me apoiava nas coisas que eu gostava de fazer, mas mesmo, das discussão e brigas, continua sendo catequista, fui até coordenador da minha comunidade, aí que foi o pior, o entendimento do envolvimento e o compromisso este sim , não era entendido por ela, gênio e temperamento forte..apesar das criticas não desisti, segui.....e ela pediu o divórcio.....mas entendia que era preçiso seguir nesta caminhada, as vezes me perguntava, valia apena tudo aquilo, veja o que aconteçeu ????
    Sofri muito, meu filho também, continuo nesta caminhada. Uma colega da Coordenação, divorciada,muito religiosa e uma espiritualidae muito boa, tem uma filha,12 anos faz parte da Coordenação paroquial de catequese, sempre tivemos uma amizade forte, de respeito, de contra-partida e numa situações desta começamos a namorar já faz 4 meses ,estamos nos dando super bem, tudo que não tive de contra partida no meu antigo casamento, estou vivendo agora, estou feliz e ela também, "estou em lua de mel" da pra dizer assim....as vezes a vida é asim mesmo, preçisamos errrar, pra depois acertar.    
    Desculpe , comentar isso com vç, mas me espelhei neste texto, VALEU E ATÉ....."


     



    Escrito por Meneguzzi às 22h43
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    Um catequista na balada

    "Um amigo meu, catequista, terminou uma relação conturbada com a namorada. Ele, engajado e apaixonado pela missão que lhe foi confiada. Ela, não muito interessada nas coisas de Deus.  Talvez por isso, o relacionamento tenha fluído para um caminho que não teve mais volta. O namoro terminou. Este meu amigo é um cara jovem, não tem mais do que 30 anos. Por isso, a vida dele não acabou com o fim do namoro. Numa festa, conheceu outra menina. Conversa vai, conversa vem, eles entraram nos assuntos de religião. Só mesmo um catequista que ama sua missão para ficar conversando com uma mulher sobre religião numa balada. Ela se disse católica, mas sem presença alguma na comunidade ou em qualquer serviço pastoral, ao contrário dele. Quando já estavam encantados e atraídos um pelo outro, depois de muita conversa em meio ao barulho sem igual que as baladas de hoje proporcionam,  ele contou  a ela que era catequista.

    - Catequista? Não acredito , você é catequista?

    - Sim, sou.

    - Eu nem lembro sequer quem foi minha catequista (risos). Mas o que você está fazendo numa festa como esta, se você é catequista?

    - Ué, um catequista não pode sair para se divertir, fazer festa, conhecer pessoas interessantes? Não pode dançar, rever amigos, jogar conversa fora?
     - Pode sim (pausa). Mas achei estranho ( pausa) Um catequista, falando dessa forma que você fala, e freqüentando uma balada?(risos constrangidos).

    E o papo fluiu. Meu amigo continuou falando de coisas da Igreja, da catequese, da sua missão do catequista, da sua participação na vida da comunidade, em meio ao “ Tum, Tum, Tum,” do som do DJ.

     - Sabe, eu já achava você um cara interessante antes, agora então, conhecendo você melhor e sabendo que você é catequista, te acho muito mais interessante ainda – tascou a menina, sem pestanejar.


    Meu amigo me contou esta história dias depois. Demos boas risadas lembrando a cena. Sou de um tempo que ser alguém engajado na Igreja era motivo de despiste por parte das meninas com as quais eu convivia, principalmente na escola. Confesso que eu tive, em várias oportunidades, medo de dizer que eu participava de um grupo de jovens. Por isso, na medida em que eu me engajava mais e mais, meu círculo de amigos, amigas, paqueras, namoradinhas, foram sendo também no mesmo meio, ou seja, de Igreja.
    Na verdade é muito fácil ser Igreja no meio de quem é. Ser catequista em meio a quem é catequista é barbada. Ser cristão no meio de quem também diz ser, é ótimo. Rezar no grupo de oração, falar das coisas de Deus no meio de quem também fala, palestras para quem é engajado, facílimo. Difícil é ser catequista num mundo que não sabe nem o que é catequese, no meio das baladas, no ambiente de trabalho ou até mesmo num casamento ou namoro onde uma das partes não participa de nada
    Este meu amigo,  sem querer, evangelizou na balada. E para ele, o fato de ser catequista, pesou a seu favor diante de uma menina que não sabia e não vivia nada destas coisas! E estão namorando!" ( Alberto  Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 22h31
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    Olhar para o futuro nem sempre significa ver o invisível



    Escrito por Meneguzzi às 18h14
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    Produzi este texto em conjunto com a catequista Angela Rocha, de Guarapuava-PR. Tratamos das inovações tecnológicas, e os desafios da Igreja para encarar estes novos tempos. Será que nós, catequistas, estamos preparados? O texto está disponível na minha pasta MAIS.

    http://mais.uol.com.br/view/980193 ( Texto A WEB DAS COISAS)

     

     



    Escrito por Meneguzzi às 18h13
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    " Alberto, olá. Estive no seu encontro em Novo Hamburgo no ano passado e lembro muito de suas palavras. Hoje, procuro ser uma catequista um pouco mais animada para a missão. Lembro-me como se fosse hoje quando você disse que quanto mais nos envolvemos com a evangelização, mais os perigos do mundo aparecem para nos tirar do foco. Isso aconteceu comigo no ano passado e num outro e-mail, quem sabe, eu me encorajo em te dizer o que de fato aconteceu. Só quero te dizer que estamos aguardando a tua volta e concordo plenamente contigo: amigos jamais podem abandonar outros amigos. Tem gente sim, na catequese, que não sabe a necessidade que outros catequistas passam até mesmo em questões materiais e pessoais. O Cristo fácil, que você falou, lembra? Um abraço para você e continue nos presentando com seus textos e com sua presença em nossos encontros. Tomara que a gente volte a se encontrar em 2010." ( Tamara, Novo Hamburgo - RS)



    Escrito por Meneguzzi às 21h51
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    Dinâmicas

    "Amigos catequistas ANJOS  e evangelizadores de todo o país: Estou disponibilizando dez dinâmicas para trabalhos com grupos de crianças, jovens, adultos e até mesmo em alguns encontros com catequistas. Já que todo mundo pede dinâmicas de trabalho, estou publicando algumas na minha pasta MAIS, que me foram enviadas pela catequista Rosângela, de Londrina-PR. Mas faço uma ressalva: dinâmicas devem e podem ser utilizadas, mas não como fim de algo, mas como meio e instrumento de construção de um encontro de catequese melhor. Não podemos, como catequistas, ficar só nelas. Nada substitui estudo, formação, entendimento de que a catequese é, acima de tudo, evangelização. Por isso, amigos catequistas, não pensem que fazer um encontro melhor com crianças e jovens é fazê-las apenas participar de dinâmicas o tempo todo, sem nenhum tipo de estudo e reflexão bíblica ou de reflexão da palavra de Deus. O erro de muitos catequistas é não estudar, não pesquisar, não ler, não procurar formação, não se inteirar do mundo e achar que tudo pode cair no céu. Formação é fundamental. Nem sempre um coordenador de catequese vai conseguir passar tudo, assim, de uma hora para outro. Para isso existem livros. Para isso existe " google", sites, pesquisa. Para isso existem encontros de formação. Para que possamos crescer no testemunho, no aprendizado e com isso, evangelizar com base e firmeza"

    DEZ DINÂMICAS - http://mais.uol.com.br/view/964610



    Escrito por Meneguzzi às 11h01
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    Esta música é minha declaração do amor para Jesus e para minha missão de catequista. Eu o esperava na janela da minha vida. Estava meio perdido e ele me fez sorrir de coisas que eu jamais imaginei que pudesse rir. Tirou minha dor e me fez olhar para o mundo com outros olhos. Eu esperava na janela, passivo, que algo acontecesse e me transformasse. E Jesus me deu a catequese, a missão de ser catequista. E transformou a minha existência. Esta música é em homenagem a todos aqueles que estão na janela de suas vidas, esperando um sopro de felicidade, um estímulo para seguirem seus rumos e encararem a vida de uma maneira diferente!

    Quando me perdi
    Você apareceu
    Me fazendo rir
    Do que aconteceu
    E de medo olhei
    Tudo ao meu redor
    Só assim enxerguei
    Que agora eu estou melhor

    (Refrão)

    Você é a escada da minha subida
    Você é o amor da minha vida
    É o meu abrir de olhos do amanhecer
    Verdade que me leva a viver
    Você é a espera na janela
    A ave que vem de longe tão bela
    A esperança que arde em calor
    Você é a tradução do que é o amor

    E a dor saiu
    Foi você quem me curou
    Quando o mal partiu
    Vi que algo em mim mudou
    No momento em que quis
    Ficar junto de ti
    E agora sou feliz
    Pois lhe tenho bem aqui

    (Refrão)

    Você é a escada da minha subida
    Você é o amor da minha vida
    É o meu abrir de olhos do amanhecer
    Verdade que me leva a viver
    Você é a espera na janela
    A ave que vem de longe tão bela
    A esperança que arde em calor
    Você é a tradução do que é o amor

    Quando me perdi
    Você apareceu
    Me fazendo rir
    Do que aconteceu
    E de medo olhei
    Tudo ao meu redor
    Só assim enxerguei
    Que agora eu estou melhor
    Estou melhor!

    Ouça _ http://mais.uol.com.br/view/954631



    Escrito por Meneguzzi às 18h54
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    Prezado Alberto Meneguzzi
    Agradeco sempre o envio de seus inumeros artigos. Ajuda a levar a cruz da evangelizacao em um mundo tao distante de Deus. Hoje, ja que nosso dia esta chegando, tambem resolvi escrever um curto texto, sem maiores pretensoes, so mesmo para desabafar (segue abaixo). Os amigos anjos sao tambem para escutar desabafos, nao sao???

    CATEQUISTAS OU MÁQUINAS DE ESCREVER?
    A catequese de crianças e jovens, de tempos em tempos, encontra novos inimigos. Afinal de contas o demônio “nunca dorme” e faz de tudo para “perder as almas”. Basta ver o esvaziamento das turmas de catequese e a diminuição crescente do interesse pelas coisas de Deus. Em contrapartida vivemos num mundo “hi-tech”, onde as novidades tecnológicas nos lançam em um turbilhão alucinante de novidades que ao mesmo tempo nos deixam sedados e alienados, para as coisas verdadeiramente importantes. E dentro deste contexto, o computador tem assumido de modo impressionante o lugar de “deus” nos lares e na vida de muitos jovens e crianças. Não que o computador seja em si, uma coisa ruim. Seria uma estupidez fazer uma afirmação dessas. Mas através dele os jovens tem criado “micro-mundos” onde acreditam poder controlar a realidade e vivem uma vida absolutamente virtual. Seja através dos diferentes sites de bate-papo, seja através dos inúmeros jogos onde se pode fazer qualquer coisa, os jovens cada vez mais se distanciam do verdadeiro sentido da vida. E o catequista assiste a tudo isso atônito, sem saber como interferir para interromper este processo de alienação tecnológica. Os jovens têm gastado inúmeras horas diárias em frente ao computador e acham qualquer outra atividade, incluindo aí os encontros de catequese, um enfado. Interessa muito mais para eles o número (às vezes impressionante) de “amigos” que se tem adicionado no Orkut, do que amizades reais, sinceras e confiáveis, conquistadas nos relacionamentos cotidianos. Eles dominam com maestria todo assunto do mundo da informática e utilizam dialetos próprios, como se pertencessem a um novo Universo. E onde fica Deus neste novo Universo? Os pais estão sendo capazes de perceber a deterioração intelectual e espiritual de seus filhos? E nós catequistas, parece que estamos predestinados a ocupar o lugar das velhas máquinas de escrever, talvez ainda úteis em algumas cidades do interior, mas que logo-logo serão substituídas, sem nenhuma saudade. 

    Abs
    Webster Glayser Pimenta dos Reis
    Depto. de Farmacologia - Instituto de Ciências Biológicas
    Universidade Federal de Minas Gerais

     



    Escrito por Meneguzzi às 18h49
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    " Olá Alberto! As vezes chego a pensar que tantos problemas com a catequese apenas acontece por aqui.
    Ao ler seu artigo, na parte que comenta sobre o Dia dos Catequistas no qual o padre não mencionou uma palavra se quer de consideração, por um momento pensei que estivesse presente era na minha paróquia. Da mesma forma que aconteceu aí, aqui também foi do mesmo jeito. O padre não teve nenhuma consideração pelos catequistas... enfim... nem lembrou que a Igreja do Brasil dedica o último domigo do mês de agosto aos seus catequistas que tanto se doam pela comunidade.
    Como você, também não me importo que me olhem de cara feia... temos que dizer as coisas, pois se nos calarmos acharão que está tudo bem.
    Aqui temos muito apoio financeiro do pároco, mas a sua presença em qualquer que se seja a ocasião, nunca a temos. Desde o início do ano lhe passo o planejamento da catequese, mas até hoje não contamos com a presença dele em nenhuma atividade.
    É... rezemos... rezemos... porque os padres querem cada vez mais uma vida cômodo, esquecem completamente que a sua missão acontece em "alto mar"...
    Fraterno abraço... e continuemos unidos sempre... estamos no mesmo barco!"
    Bruno/MG



    Escrito por Meneguzzi às 18h41
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    Olá Alberto! Tudo bem?
    Meu nome é Miuza Rainha de Oliveira, tenho 26 anos moro em Altamira do Paraná onde pertenço à Paróquia Nossa Senhora Aparecida que faz parte do Decanato de Pitanga e Diocese de Guarapuava. Sou Catequista a 10 anos, já tive experiências com crianças de 1º, 2º, 3º vol e pré-catequese. Hoje estou com uma turminha de 20 catequizanos do 2º livro, tenho duas catequistas adolescentes que me acessoram a 2 anos, Dalila de 13 anos e Natália de 14. Adoro ser catequista, não é uma missão fácil mas sempre temos a recompensa, digo sempre que nós catequistas aprendemos muito mais do que ensinamos.
    Minha maior felicidade foi ver cada criança que acompenhei durante 4 anos recebendo "Jesus Vivo na Eucaristia" e vendo nos olhinhos deles a alegria que estavam sentido, o abraço de agradecimento dos pais, o reconhecimento da comunidade pelo nosso trabalho, tudo isso é muito gratificante.
    Sempre estive atuante na comunidade, já participei de várias pastorais e movimentos da igreja, hoje atualmente estou com a catequese, ajudo no coral das crianças e sou coordenadora da Pascom.
    Sou Portadora de Lupus, estou em tratamento há 05 anos e como não tenho condições de trabalhar fora, dedido boa parte de meu tempo para o reino de Deus, assim vou levando a vida e sou muito feliz!!!
     
    Abraços.......... Miuza ( miuzarainha@hotmail.com)



    Escrito por Meneguzzi às 18h39
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    "Carissimo Alberto Parabens pelo artigo “A menina e o tercinho” – Irei usar esse exemplo num encontro di jovens das ilhas no Rio Amazonas. Continue com este seu bonito trabalho!" Pe. Paulo



    Escrito por Meneguzzi às 18h37
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    ORAÇÃO

    Maria, passa na frente e vai abrindo estrada e caminhos, portas e portões, abrindo casas e corações. A mãe indo na frente, os filhos estão protegidos e seguem seus passos. Ela leva todos os filhos sob sua proteção. Maria passa na frente e resolve aquilo que somos incapazes de resolver. Mãe cuida de tudo que não esta ao nosso alcance. Tu tens poderes para isso. Vai acalmando, serenando e amansando corações. Vai acabando com o ódio e rancores, magóas e maldições. Vai terminando com dificuldades, tristezas e tentações.  Vai tirando teus filhos das perdições e cuida de todos os detalhes, ajuda-nos e protege-nos sempre. Maria tu és a mãe e a porteira. Vai abrindo os corações das pessoas e as portas nos caminhos. Maria eu te peço, passa na frente e vai conduzindo, levando, ajudando e curando os filhos que precisam de ti. Ninguém pode dizer que foi decepcionado por ti, depois de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis  e impossíveis. Nossa Senhora, faço essa oração pedindo a tua proteção.

      - Rezando um Pai Nosso e três Ave Maria.



    Escrito por Meneguzzi às 18h36
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