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    Catequistaspontocom


     Aos poucos, estou migrando para um novo espaço.

    www.catequistapontocom.blogspot.com



    Escrito por Meneguzzi às 15h36
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    A catequese fracassa quando imita o sistema escolar fracassado

    A foto esta posta da seguinte maneira: jovens sorridentes, bem vestidos, com livros e cadernos na mão. No topo da página está colocada a seguinte manchete: “ É preciso preencher a cabeça deles”. A matéria da revista Veja trata do desempenho pífio de jovens brasileiros no Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM. A matéria começa citando uma história acontecida nos anos 50. “Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman esteve no Brasil, ficou assombrado com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto o pendor local pela decoreba de fórmulas com a completa ignorância sobre o seu significado.” Mais adiante, a reportagem cita o sociólogo Simon Schwartzman. Ele analisa o sistema de educação brasileiro dizendo que as aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de preparar estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global no qual a capacidade de inovar é cada vez mais valiosa.

    Esta é a análise que a revista faz na sua edição deste final de semana, sobre as aulas e o desempenho dos estudantes na prova do ENEM.. A reportagem destaca algumas razões que explicam o cenário de terra devastada, que começa pelo despreparo dos professores. “ A maioria deles desembarca na sala de aula sem nenhuma estratégia para despertar o interesse de jovens inseridos em um mundo no qual o saber enciclopédio deixou de fazer sentido diante da internet.”

    E para ficar em apenas mais uma citação da reportagem da Veja, a matéria diz que o ensino médio brasileiro se apoia em uma equação que não tem como dar certo: em nenhum outro lugar do mundo se despeja tanto conteúdo na lousa em tão pouco tempo. E qual a lição que fica das escolas brasileiras que tiveram as melhores notas? Os alunos passam pelo menos seis horas na escola – duas a mais que a média brasileira. Todos os professores têm ensino superior completo e são permanentemente estimulados a continuar estudando. As aulas são planejadas e não intuitivas, como é tão comum em escolas brasileiras. Os diretores são figuras presentes na rotina escolar e a indisciplina é prontamente punida.

    Introduzi este texto que trata do ensino brasileiro, para chegar até a realidade da catequese na nossa Igreja. Façamos um exercício de colocar o texto acima no contexto catequético, será que não chegaríamos as mesmas conclusões? E se fizéssemos uma espécie de ENACA- Exame Nacional de Catequese- com os nossos jovens e catequistas, que notas teríamos? Se arriscássemos numa análise mais profunda das condições de trabalho dos catequistas, do interesse real de nossas paróquias e comunidades com a evangelização de crianças e jovens e se entrássemos fundo na capacidade e formação de nossos catequistas, que resultados teríamos?

    Já que muitos catequistas ainda insistem em fazer de seus encontros, aulas e já que muitas paróquias fazem da catequese uma ação semelhante a qualquer escola normal; já que temos muito padres que se mostram ausentes do processo evangelizador, são poucos participativos no planejamento e no envolvimento com a catequese; já que os jovens e crianças, quando “saem” da catequese se dizem aliviados e muitos nunca mais sequer passam na frente da igreja; já que temos pais omissos, pouco interessados e que terceirizam a educação da fé de seus filhos, bem igual ao que fazem com a escola normal; Já que tanta coisa que acontece na catequese é muito parecida com o que acontece no ensino brasileiro, é possível fazer uma relação e considerar alguns aspectos.

    A catequese, tal qual é feita na maioria das paróquias, é inútil. Vai do nada para lugar algum. Temos em boa parte das paróquias, catequistas despreparados, sem formação e que atuam apenas na boa vontade. E dessa forma, a catequese não toca, não transforma e em alguns casos, apenas anima. Os jovens e as crianças saem da catequese sem nenhum aprendizado. Não querem aprender. Não estão afim. Os encontros são, invariavelmente, mau planejados. A catequese, com raras exceções, anda sem planejamento algum na maioria das paróquias. E por isso não consegue tocar corações e fazer transformações necessárias.

    Não estou sendo pessimista e fazendo terra arrasada. Mas é essa a realidade que eu vejo em muitas comunidades e paróquias e nos contatos com catequistas de todo o Brasil. Sendo um catequista, também noto que é muito difícil passar alguma coisas para estes jovens. Apesar do meu esforço, eles parecem não estar afim das coisas de Deus. Mas não é apenas nas coisas de Deus. Eles não estão afim de nada. Não querem saber da escola, muito menos de estudar. Desrespeitam os pais e estão cada vez mais empenhados apenas nas relações virtuais.

    Se a escola naõ consegue esta transformação e os resultados do ENEM são a prova disso, como a catequese vai transformar corações, falando das coisas de Deus, da maneira que estamos atuando?

    Esses dias conversei demoradamente com o Irmão Nery. Ele esteve em Caxias do Sul. O irmão Nery é uma sumidade em catequese. Escreveu mais de 50 livros sobre o assunto. Ele me disse o seguinte: “ A catequese precisa trabalhar com os adultos. Precisa priorizar os adultos”. Fiquei com isso na cabeça. Ele não é o primeiro a me dizer isso. As vezes, eu acho que deveríamos abandonar esta catequese com jovens e crianças. Ela não leva a nada. O resultado é quase nulo. Estes encontros semanais são irrelevantes, cansativos, sem graça e não deixam marcas. É assim na maioria das paróquias. E nós, catequistas, nos cansamos com tanto descaso.

    Quando eu participo de encontros como o que eu participei na semana passada num final de semana inteiro, planejado, organizado, com momentos de alegria, música e espiritualidade, onde os catequistas também foram contemplados com formação e onde teve também, um momento especial com os pais, aí eu me animo novamente. Precisamos de um novo primeiro anúncio. Encontros fortes, momentos de testemunhos, de participação coletiva são mais “tocantes” do que qualquer encontro semanal. O kerigma que arriscamos fazer por aqui, encontros de dois dias com experiências fortes de oração e encontro, tem surtido um efeito incrível. E o efeito desses encontros se espalha para catequistas, perpassa pelos pais e atinge em cheio os jovens. No último encontro desses moldes que participei na cidade de Carlos Barbosa, próxima aqui de Caxias do Sul, até o Padre se mostrou emocionado com tudo que aconteceu.

    Por isso, me convenço, que esta fórmula de encontros semanais sem planejamento, sem oração, sem bíblia, com catequistas sem preparo, sem formação, sem espiritualidade, com padres ausentes do andamento da catequese, esta fórmula não funciona, é tempo perdido. Encontros assim, catequese que anda nesse ritmo, imita a escola. Catequistas assim, imitam professores. E imitar um sistema educacional fracassado, não é a melhor maneira de evangelizar. ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 11h26
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    "No final de semana passado, dias 10 e 11, estive presente em mais um KERIGMA. É assim que denominamos estes encontros com jovens da crisma. Foram dois dias. Quase 250 crismandos, mais 50 pessoas trabalhando. No final do encontro, no domingo, quase 800 pessoas estavam na missa. Os pais vieram em massa buscar seus filhos. Encontros assim precisam de muita organização e planejamento. Este, que aconteceu na cidade de Carlos Barbosa - RS, teve muito empenho, dedicação e planejamento da equipe de organização. Mas teve, acima de tudo, um Padre corajoso. Ele nos ouviu e depois de nos ouvir decidiu: " Vamos fazer um encontro de dois dias. É isso que estamos precisando por aqui". E foi assim. O trabalho com jovens precisa ser ousado. Na catequese, precisamos correr riscos. É cômodo fazer a mesmice, ficar de braços cruzados, fazendo o que sempre foi feito. Por isso, o Kerigma do último final de semana foi especial, porque teve pessoas empenhadas em fazer algo diferente pelos jovens da catequese. Eu cada vez me convenço mais de que o trabalho com jovens na catequese, precisa de um primeiro anúncio, de encontros assim, com música, testemunhos, oração e alegria. Se naõ for assim, sinceramente, tudo o que tentamos ensinar, entra por um ouvido e sai pelo outro. O KERIGMA foi especial. Sinto-me honrado de ter feito parte da equipe que trabalhou neste encontro." ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 20h34
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    Pai, transforma-me em lâmpada do Reino, para que, por meio de meu testemunho de vida, eu possa mostrar teu caminho a muitas pessoas que vagam nas trevas.



    Escrito por Meneguzzi às 20h23
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    "Tudo que há em mim precisou de certo tempo pra amadurecer.
    A minha fé, as minhas crenças, os meus medos, meus sentimentos, meus ideais e meus sonhos. Nada disso nasceu comigo, ou brotou de uma hora pra outra.
    Tudo em mim vem sendo gestado e moldado, de acordo com os caminhos que tenho percorrido as companhias que tenho desfrutado as decisões que tenho tomado..."



    Escrito por Meneguzzi às 10h03
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    Fazer sempre o bem, a todos o bem. O mal nunca e a ninguém              



    Escrito por Meneguzzi às 09h57
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    !"Estou por aqui. Adoraria servir exclusivamente a Deus. Ando sem tempo para atualizar este blog. Mas continuo apaixonado pela missão de catequista. Continuo acreditando numa catequese melhor, mais próxima da realidade de jovens e adultos. Continuo animado, apaixonado pela minha missão. Claro, nem tudo são flores. Sei que nesta caminhada continuarei encontrando espinhos. Mas quem disso que tudo isso seria fácil? Quem prometeu facilidades? Para mim, pelo menos, ninguém disse que seria fácil. Por isso, aqui estou. Utilizando o blog para evangelizar, não com a frequência que eu gostaria, mas estou aqui vivo e presente. Sei que muita gente passa por aqui, olha, pesquisa, vasculha, procura textos, fórmulas e tudo mais. Obrigado por fazer isso. Mas deixe também um recado, um olá, um bom dia, o seu nome. As vezes, o que um catequista como eu precisa para continuar atualizando ferramentas assim, é uma da palavra de incentivo.  E vcs não imaginam como eu fico feliz quando eu vejo um recado por aqui de algum catequista. Foi assim que tudo começou. Relacionamentos são vias de duas mãos. Escrevo sim, atualizo, me dedico. Mas as vezes, canso. Gostaria de receber, nem que seja um oi, para saber que tudo o que eu faço, toda a minha dedicação, está sendo útil para quem passa por aqui. Ah, hoje estou assim, meio carente! ( rsrsrs). Beijos no coração de todos os catequistas desse imenso Brasil. Amo a catequese. Amo a minha missão. Amo ser catequista" (Alberto Meneguzzi)

    Meu e-mail: ameneguzzi@gmail.com - Meu Facebook - www.facebook.com/albertomeneguzzi



    Escrito por Meneguzzi às 17h14
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    Cuidado com soberba

    "....Não é humildade demais, mas sim, a verdade. Agimos em nome de Jesus. É seu projeto que defendemos e sua verdade que anunciamos. Não falamos em nosso próprio nome, mais em nome do Pai. Por isso, demos sempre ter o cuidado de não avançar o sinal das coisas do alto. Somos apenas instrumentos. As glórias todas devem ser dadas ao Pai. Um catequista quando fala, quando age, quando evangeliza, o faz em nome da Igreja Católica, Apostólica e Romana. Não o faz conforme a sua cabeça e os seus conceitos pessoais. Por isso, cuidado catequistas. Não somos nós, mas Deus em nós. Cuidado com excesso de confiança. Cuidado com a soberba. Cuidado com a autossuficiência. A nossa caminhada de missionários é difícil. Ninguém prometeu facilidade alguma. Por isso, humildade é bom e eu, particularmente, também gosto. Deus também admira os humildes e pede serenidade daqueles que anunciam a sua mensagem..."



    Escrito por Meneguzzi às 20h25
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    www.facebook.com/albertomeneguzzi



    Escrito por Meneguzzi às 08h15
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    Já não sou eu, mas Cristo em mim. Isso faz a diferença. Sou apenas instrumento de um projeto maravilhoso. E assim, cada vez mais entendo a minha missão e o quanto amo a catequese. Ser catequista, é uma dádida, uma honra. Sou parte, sou instrumento. Ai de mim se eu não evangelizar!



    Escrito por Meneguzzi às 21h02
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    Obrigado Horizontina

    "..... Foi um dos melhores encontros que já participei como assessor e assistente. Estive em Horizontina-RS neste final de semana.  A cidade de Horizontina é uma cidade pequena localizada bem pertinho da Argentina. Não tem mais do que 20 mil habitantes e consegue ter em torno de 10 mil dizimistas. Sim, 10 mil dizimistas. Não falei em 10 mil famílias. Crianças, jovens, adultos, idosos, todos são dizimistas de forma individual. Incrível isso. Mas fora a questão do dízimo que é muito bem traballhada por lá, o final de semana foi especial porque novamente pude encontrar catequistas empenhados  para uma catequese melhor. Nestes últimos seis anos, pude conhecer muita gente pela internet que também luta por uma catequese melhor. Mas a grande maioria das pessoas que eu conheci, são mulheres. O Reginatto, catequista em Horizontina, foi um dos poucos homens que mantive contato nestes anos todos de existência do grupo Anjos do Brasil. O suficiente para ficarmos amigos. Foi através dele que estive em Horizontina em 2010. Através dele também conheci a sua família, sua comunidade, os Freis que comandam a paróquia e outros catequistas maravilhosos e acolhedores. Não fiz apenas novos amigos, mas adquiri amizades especiais. Tanto é que quando eu me despedia, no ano passada, e voltava para a minha casa, choramos de emoção. Neste ano voltei. Minha tarefa era falar para mais de 200 jovens na parte da manhã do sábado. O assunto, justamente um que eu tenho mais evitado: a importância da família. Tenho evitado falar sobre o assunto, ou fico constrangido com isso, porque a minha família não tem sido exemplo para que eu fale sobre.  Mas fui. Na parte da manhã, falei sobre os caminhos que todos os jovens podem seguir. “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Indiquei os caminhos que eu optei quando eu tinha 17 anos. Claro, foi uma palestra divertida e emocionante e no final das contas, acho que dei conta do recado, apesar de estar um pouco nervoso e ansioso, como sempre fico nestas formações. Na parte da tarde, a formação era os pais. O assessor  foi o Padre Ezequiel Dal Pozzo.

                 O Padre Ezequiel tem sido uma grata surpresa para todos. Jovem, tem apenas 31 anos, tem se destacado por ser dono de uma bela voz. Já gravou dois Cds com músicas de sua autoria, de uma excelente qualidade. Em função disso, tem sido convidado para shows e palestras em todos os cantos do estado e até no Brasil. Estivemos juntos nessa viagem. Viajamos juntos, eu, ele e outros componentes da sua banda. Foi uma experiência maravilhosa. O Padre Ezequiel, com o seu jeito veemente, falou sobre os desafios que são apresentados para as famílias nos dias de hoje. No final, pude falar um pouco sobre os desafios da catequese na relação com os pais. Na parte da noite, a programação previa um jantar-show das vocações. O salão paroquial da Igreja ficou lotado. Saí dali quase duas horas da madrugada, mas satisfeito com os shows do Padre Ezequiel e de uma banda chamada Sol Maior (excelente banda), com o envolvimento comunitário, com a organização de todos os eventos do sábado, com a comunhão de esforços das pastorais da paróquia de Horizontina (catequese, equipe administrativa, freis e movimentos existentes no local).

                Voltei cansado, pois a viagem é longa. Além dos mais, depois de ter enfrentado temperaturas abaixo de zero quase um mês aqui em Caxias sem nunca ter ficado gripe, acabei pegando uma gripe daquelas e tombei ao chegar de volta a Caxias.  Mas, apesar disso, voltei feliz. Aprendi muito neste final de semana. Reanimei, e fiquei mais convicto ainda da minha missão como catequista e liderança pastoral. O exemplo de Horizontina me faz crer que com a união de esforços, as coisas acontecem. Foi o que aconteceu por lá: comunidade unidade, pastorais juntas, trabalhando e arregaçando as mangas, e párocos presentes em todos os momentos. O resultado disso só poderia ser o que foi: gente feliz, participativa, pais interessados e crianças e jovens  querendo seguir caminhos diferentes. Os catequistas? Bom, os catequistas são serem especiais. Não seria diferente em Horizontina. Os catequistas de lá, novamente me emocionaram. Assim como eu, também amam a missão e querem uma catequese diferente...." ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 07h57
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    Assunção da Virgem Maria

    Não há maior glória do que a que recebeu Maria, escolhida para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus. De seu ventre virginal nasceu o Salvador da humanidade. Por isso, Deus lhe reservou a melhor das recompensas. Terminado seu tempo de vida terrestre, Maria foi "assunta", isto é, levada ao céu em corpo e alma. O que a tradição cristã diz é que Ela nem mesmo morreu, apenas "dormiu". Narra também que foram os anjos Gabriel e Miguel que A levaram ao céu. Deus queria conservar a integridade do corpo daquela que gerou seu Filho.

    A solenidade da Assunção da Virgem Maria existe desde os primórdios do catolicismo. No início era celebrada a Dormição de Nossa Senhora. Esta festa veio a ser oficializada para os católicos orientais no século VII com um edito do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormição foi introduzida também em Roma pelo Papa Sérgio I, de origem oriental. Foi em 687, quando, em procissão, foi até a basílica de Santa Maria Maior, celebrar o Santo Ofício. Mas foi preciso transcorrer um outro século para que o nome "dormição" cedesse o lugar àquele mais explicito de assunção", usado até os nossos dias. Em 1950 foi solenemente definido este dogma de Maria, pelo Papa Pio XII. Pela singular importância de Sua missão como Mãe de Jesus, Maria não só foi proclamada Rainha do céu, quando levada para viver ao lado de Deus, mas proclamada Mãe da Igreja, portanto de todos nós.

    Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.



    Escrito por Meneguzzi às 07h28
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    Se  a tempestade não passar, aprenda a dançar na chuva!



    Escrito por Meneguzzi às 14h37
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    Encontro com jovens da catequese neste sábado, véspera do dia dos pais. Salão com mais de 200 jovens. Um momento especial para jovens que se comprometeram a serem " jovens melhores". Horizontina fica no RS, bem pertinho da Argentina.



    Escrito por Meneguzzi às 14h19
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    Catequista do Piauí

    Lara, catequista de Teresina no Piauí, é uma das tantas lideranças que passa por aqui diariamente. Ele é catequista na comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus. Seu e-mail é laralopes11@gmail.com. Lara, que é catequista há quatro anos e trabalha com crianças, não acessa apenas o meu blog, mas dá uma circulada por vários blogs de catequistas deste Brasil afora. Lara é mais uma das tantas catequistas que busca fazer uma catequese diferente na sua comunidade. Por isso, se dedica, estuda, vasculha blogs e sites, em busca de conhecimento e troca de experiências. Seu msn é tetenga@hotmail.com. Obrigado Lara por passar por aqui. Continue firme na sua missão aí no seu estado, na sua cidade e na sua comunidade. Deus precisa de Ti! Beijos no seu coração!



    Escrito por Meneguzzi às 08h45
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    Um eterno aprendiz

    Um catequista precisa ser antes de tudo,  um líder. E liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer. E ninguém faz com que os outros façam alguma coisa sem um trabalho conjunto e de equipe. E criar uma equipe significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar. Líderes devem inspirar pessoas.

    Na medida em que vamos nos  envolvendo nesta linda missão que nos é  confiada, Deus parece ampliar seu chamado. E quando nos damos conta, já estamos completamente envolvidos. Quem descobre a bênção que é servir e trabalhar em prol de um projeto diferente, não recua, mas sim, avança.

     

    Quando chegamos nesta estágio, muita coisa muda. Chega um ponto no trabalho de um líder que é não é mais suficiente inspirar quem faz. Torna-se necessário inspirar quem inspira quem faz. É o tamanho da missão que muda. Começamos a perceber a magnitude da missão e da nossa capacidade de envolvimento. Um líder precisa saber lidar com as exigências e aí, terá que saber trabalhar muito bem com a equipe que tem ao seu lado.Empoderar outras pessoas, fazê-las fazer, inspirar quem inspira quem faz. Ao líder, torna-se imprescindível formar pessoas capazes de ampliar os horizontes, mantendo as conquistas, avaliando a caminhada, corrigindo rumos que precisam ser corrigidos, e encorajando a equipe a continuar caminhando.

     

    Nem sempre as pessoas  se dão  conta do quanto  são  importantes para o projeto do Pai. Falta  a percepção  de que o convite que  foi feito, não é  humano, mas divino.  Eis a razão pela qual, muitos cristãos ficam zanzando para lá e para cá, agindo apenas na casca, no externo, sem a  verdadeira  radicalidade que exige o discipulado.

     

    Falta o envolvimento verdadeiro, concreto, a ponto de fazer com que outros também façam,  que  inspira e encoraja, que eleva e empodera.

    Não existe missão evangelizadora sem que surjam outros seguidores. Líderes precisam de seguidores. Liderar necessita de opção concreta, além de conhecimento, estudo, aprendizado, dedicação e, principalmente,  o gosto pelas pessoas.

     

    De uma vez por todas, precisamos assumir com coragem e ardor a condição e a atitude de discípulos.  É a prática do Evangelho e não apenas a teoria.

    O Doutor em Teologia José Comblin diz no livro Evangelizar, publicado pela Paulus em 2010, que o Evangelho de Jesus fica escondido para as pessoas que não o praticam. Segundo ele, existe o privilégio da ação ou da prática. “Quem não começa a agir como discípulo não pode entender nada. Pois é agir como discípulo, a ação que consiste em seguir Jesus na verdadeira lei do Pai, que fornece a chave do Evangelho. Quem não procura se empenhar ou se comprometer nunca chegará a ver nada daquilo que Jesus proclama”, diz Comblin.

     

    E ele diz mais. “O discípulo é uma pessoa comprometida, engajada de modo definitivo e radical. Para ser discípulo, é preciso dedicar-se totalmente a essa tarefa e deixar tudo o que for obstáculo. Ser discípulo torna-se norma última. O que caracteriza o discípulo é a sua radicalidade.”

     

    É desafiador para um reles catequista  viver a radicalidade do evangelho.  Ser radical , nesse caso, significa comprometer-se. Comprometimento tem a ver com mudanças profundas no próprio comportamento. Passa também pela coragem  de agir, de denunciar o que não faz parte do projeto do Pai e, ao mesmo tempo, pela humildade de saber se relacionar e aprender com a caminhada. Um líder não é o dono da verdade.

     

    O discípulo é um eterno aprendiz. O evangelho é um convite para sermos aprendizes. O discípulo não pode ter a pretensão de ser grande, porque sempre está na condição das crianças que aprendem: “Se não nos tornardes como crianças, não podereis entrar no reino dos céus”   ( MT – 18,3)O líder precisa ter consciência que não será eterno nem infalível. Cedo ou tarde, ele precisará ser substituído, temporária ou definitivamente. É assim que as coisas funcionam na nossa vida pastoral. Infelizmente, alguns sentem-se eternos nos cargos que ocupam na comunidade. Com isso, não abrem caminhos, não formam novas lideranças, ficam avessos a novas idéias. E não surgem novos líderes, novos apaixonados pela missão, novas pessoas engajadas e imbuídas do mesmo espírito que nos fez permanecer até então na caminhada.

     

    Um catequista precisa ser antes de tudo, um líder. E liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer. Mas ninguém faz sozinho. É preciso caminhar em equipe. E criar uma equipe significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar.

    Líderes devem inspirar pessoas.

    E eternos aprendizes.

    E radicais na obediência do evangelho.

    Se não for assim, não é missão, nem mesmo discipulado.

    É tarefa que qualquer um faz, de qualquer jeito!

     

    -------------------------------------------------

    ( *A parte de liderança deste texto foi inspirada num artigo de Eugênio Mussak, publicado na página 134 da Revista Você S/A, edição de novembro de 2010. Li, gostei e fiz algumas adaptações)

     

    ( * A parte sobre discipulado neste texto foi inspirada no livro do Teólogo José Comblin chamado EVANGELIZAR, páginas 26 e 27. O livro é leitura obrigatória para todos os catequistas, ou alguém que atua como catequistas acha que não é necessária nenhuma leitura ou estudo?  O livro EVANGELIZAR foi publicado pela Paulus em 2010)



    Escrito por Meneguzzi às 07h36
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    Máscaras de comunhão

    Precisamos renovar as paróquias. Essa renovação, segundo o Documento de Aparecida, exige novas atitudes dos párocos e dos sacerdotes que estão a serviço destas.  A primeira exigência é que o pároco seja autêntico discípulo de Jesus Cristo, porque só um sacerdote apaixonado pelo Senhor pode mudar uma paróquia. Entretanto, ao mesmo tempo, deve ser ardoroso missionário que vive o constante desejo de buscar os afastados e não se contenta com a simples administração. (DA 201).

    Uma paróquia renovada multiplica pessoas que realizam serviços e acrescenta aos ministérios. A integração entre serviços e ministérios existentes, na unidade de uma única proposta evangelizadora, é essencial para assegurar uma comunhão missionária.

    Qualquer que seja o serviço, a pastoral, o ministério ou ação da Igreja, precisa estar animado por uma espiritualidade de comunhão missionária. Segundo a Carta Apostólica Novo Millenio Ineuente, escrita por João Paulo II, em 2001, sem esse caminho espiritual, de pouco serviriam os serviços externos da comunhão. “Mais do que modos de expressão e crescimento, esses instrumentos se tornariam meios sem alma, máscaras de comunhão.” (NMI 43).

    O Documento de Aparecida também destaca a missão dos leigos e os conclama para a missão utilizando-se do texto Lumen Gentium (Luz dos Povos), um dos mais importantes do Concílio Vaticano II. “Os  leigos são homens da Igreja no coração do mundo, e homens do mundo no coração da Igreja.” ( LG 31).

    Precisamos de sujeitos novos e o acontecimento de Cristo é, portanto, o início deste sujeito novo que surge na história e a quem chamamos de discípulo. (DA 243).

    É hora, sim, de renovar paróquias, dioceses, comunidades. Precisamos assumir definitivamente a nossa condição de cristãos engajados. Não dá mais para fazer de conta, ocupar espaço, realizar tarefas sem profundidade. O mundo exige discípulos comprometidos, que facilitem relações, que dialoguem e, principalmente, que busquem sem cessar a unidade e a obediência diocesana, e não apenas a vaidade de firmar posições individuais para, com isso, ganhar notoriedade e reconhecimento.

    Nós vivemos em cristo. E dos que vivem em Cristo, se espera um testemunho de santidade e compromisso. Desejando e procurando essa santidade, não vivemos menos, mas, sim, melhor, porque, quando Deus pede mais, é porque está oferecendo muito mais. (DA 352).

     

     

     





    Escrito por Meneguzzi às 07h30
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    Pertencer

     As pesquisas mostram que as pessoas estão buscando contatos emocionais e não apenas contatos físicos. Espaços afetivos precisam ser preenchidos.  Noto o quanto isso está presente na catequese. Crianças, jovens, adultos, pais, padrinhos, madrinhas, comunidade em geral, buscam proximidade, toque, carinho, alguém que lhes ouça, afague e estabeleça relações afetivas. Quando estes pontos são preenchidos é estabelecida uma relação de cumplicidade. Por isso eu insisto: existe vida além deste interesse quase cego em repassar doutrina. A catequese, segundo o Diretório Nacional, não pode se resumir a um conteúdo meramente doutrinário. A emoção também precisa falar alto. Precisamos descobrir, e repassar, o encanto de pertencer a um grupo seleto de pessoas convidadas a espalhar o projeto de Cristo. Pertencer a um grupo assim deve ser motivo de alegria e júbilo e não de desânimo.

    Novamente as pesquisas: elas mostram que as pessoas necessitam “pertencer”. Faltam coisas para pertencer. Precisamos trabalhar no sentido de gerar grupos com os quais as pessoas possam se identificar. Um grupo de catequistas que ama a sua missão e  que encara o trabalho com alegria, disposição e seriedade, gera na comunidade a vontade de pertencer. Mas quem se identifica com  gente que  não se gosta, não reza junto, não se perdoa, não planeja e nem avalia atividades e que faz  tudo de qualquer jeito e encara a missão como um fardo? Difícil que alguém se disponha a imitar, seguir ou se identificar com algo assim.

    O catequista precisa de fazer de suas palavras e atitudes, algo relevante. As pessoas, hoje, estão inclinadas a eliminar mensagens irrelevantes. Isso é fato. O que é desnecessário é eliminado, não é bem recebido. A praticidade tomou conta. Na frente da TV, muda-se o canal a todo instante. Basta um clique no controle remoto e pronto, temos centenas de outras opções de canais a nossa disposição.

    Nossa missão é relevante e precisa ser encarada desta forma.

    Nossas ações, como cristãos engajados, é que vão determinar as reações das pessoas. Uma ação desmotivada e desinteressada vai gerar respostas semelhantes. No que você acredita? Na transformação da sociedade através das coisas de Deus ou neste “faz-de-conta-que-eu evangelizo” que impera em muitas comunidades?

    Dê o seu melhor, apenas isso, mas faça a diferença. Seja missionário, discípulo. Não basta  ser apenas uma pessoa de fé. Necessitamos fazer com que os outros experimentem deste mesmo sabor e, com isso, descubram como é lindo tudo isso que vivemos e que escolhemos para nos guiar.Isso é pertencer e estimular os outros a também pertencer!Se eu pertenço, não marco apenas presença, mas me envolvo.

    O envolvimento gera vínculos e vínculos, no projeto de Deus, precisam ser duradouros e transformadores. ( Alberto  Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 08h37
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    Não dá para evangelizar  com profundidade pessoas que a gente não se interessa em conhecer



    Escrito por Meneguzzi às 22h50
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    Momentos especiais de evangelização neste último final de semana, dias 06 e 07 de agosto, no KERIGMA do Bairro Cruzeiro e Comunidade Santo Antônio do Bairro Serrano



    Escrito por Meneguzzi às 08h14
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    “Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.”

    Li isso em algum lugar e não sei nem o autor, mas desde então, eventualmente publico meu blog e na minha página de facebook e utilizo nas palestras que sou convidado a dar.  Hoje, voltou-me este texto. Ele se enquadra perfeitamente ao meu estilo de vida. Eu também sempre desprezei as coisas mornas. Sempre tentei, em tudo, fazer as coisas diferentes. Minhas paixões, por exemplo, desde a adolescência, sempre foram muito intensas, meus amores sempre foram muito amados. No que se refere aos sentimentos, sempre me joguei de corpo e alma. Não foi e nem é diferente na minha relação com os amigos. Amigos, para mim, são amigos mesmo e por eles me dedico de corpo e alma. Claro, ser assim, intenso e verdadeiro, causa problemas em algumas situações. Azar. Prefiro ser assim a ser morno, fazendo tudo de maneira mais ou menos, sem experimentar o sabor de fazer melhor ou o dissabor de descobrir que algo não deu certo e que é preciso refazer o rumo.

    Também sou assim, e sempre fui, na minha caminhada de Igreja. Sou um privilegiado em ter descoberto tantos caminhos diferentes no projeto de Deus. Sou um privilegiado em ser catequista. E como sempre encarei minha missão como algo sério, também procuro fazer da evangelização algo sempre muito intenso e profundo e não  a mesmice irritante que não toca, que não muda e que não indica caminhos diferentes.

    Sou assim, sempre fui e já paguei  o preço desse meu jeito. Mas não me importo. O que posso ter feito de errado, corrigi, porque junto com esta minha intensidade, também apreendi a ser humilde e a pedir desculpas  e perdão quanto preciso for. “O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.”

    Viver tem que ser pertubador. Um catequista precisa incomodar.

    Um evangelizador precisa passar a mensagem de tal forma que toque corações, ou no mínimo, cause no receptor algum efeito.

     



    Escrito por Meneguzzi às 08h07
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    Momentos assim, são especiais. KERIGMA do Bairro Cruzeiro, com a participação de jovens da comunidade Santo Antônio do Bairro Serrano. Foi neste final de semana. Eu estive lá junto com outros tantos jovens e adultos que buscam um mundo diferente e naõ aceitam guardar para si, as maravilhas do projeto de Deus.



    Escrito por Meneguzzi às 11h15
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    Não necessárias muitas palavras. O abraço e o beijo da mãe e do pai no filho que chegava do retiro neste domingo, na Igreja Matriz do Bairro Cruzeiro, dizem tudo. Trabalhamos no sábado e no domingo, o Kerigma, o primeiro anúncio. Batemos na tecla da família e dos caminhos que esses jovens podem escolher. Na chegada, a emoção deles e dos pais. Um beijo assim, vale muito mais do que mil palavras. Valeu o final de semana. A catequese precisa de ações ousadas, momentos especiais. Para isso, precisamos de coordenadores e catequistas corajosos, conscientes de sua missão e que arriscam fazer coisas diferentes. Por aqui, em Caxias, estamos arriscando. Os Kerigmas, organizados em diversas comunidades, tem surtido um efeito interessante. A foto diz tudo. Valeu a pena, juro que valeu!



    Escrito por Meneguzzi às 22h27
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    recados de catequistas de todo o Brasil

    ....Oi Alberto meu nome é Gisele e eu te conheci pelo site "catequisar.com" amei cada um de seus textos, usei vários em formaçãoes de catequista e retiros. Tenho só o primeiro livro, que li rápidinho também, muito embora já conhecia vários textos, mas mesmo assim é sempre uma leitura muito agradável. eu trabalho na formação pastoral da minha paróquia, pulei da formação de catequista, para a coordenção garal pastoral, formulando retiros e apostilas para todas as pastorais e agora gerencio o Blog da paróquia, (http://saocristovaobetim.blogspot.com/) é muito trabalho mas é tão bom!!!! Vc me inspirou muito e sempre busco não ser uma Eleonora, sou uma catequista melhor depois de seus textos. Te achei tem pouco aqui nesse blog. Estou mega feliz por poder ler seus textos novamente. espero que não se importe de as vezes eu postar seus textos (com os deidos créditos e lnks) no blog da minha paróquia. Abraços..."
    Gisele | gisaafonseca@gmail.com | Betim/MG | 

    ...Olá Alberto nos conhemos em Tangará da Serra quando por lá passaste para uma palestra sobre catequese bem me lembro de sua palavras que marcaram e fizeram com que me tornasse sua fã "catequese não é aula e catequista não é professor/a" conversamos muito depois do encontro porque na verdade eu não estav participando diretamente já que morava lá e estava trabalhando lembra? A partir daquele dia tenho acompanhado seu blog ele me anima nesta caminhada como catequista. tenho os dois livros e quando estou desanimada leio um trecho e me animo de novo.que Deus te ilumine sempre.Lúcia...."
    Lucidia | lucidiarosa@hotmail.com | Sinop-MT | 

    Nota do autor do Blog: Obrigado catequistas de todo o Brasil. Sou apenas instrumento nas mãos de Deus. O  que eu puder fazer para animar outros catequistas, eu vou fazer. Nossa missão  é linda, mas precisa ser realizada com responsabilidade e ânimo, além é claro, da coragem e da formação. Não dá mais para evangelizar de qualquer jeito. Se quizermos uma catequese melhor, uma Igreja mais atuante, jovens mais engajados, precisamos ser catequistas melhores. Obrigado por acessarem este blog. Espalhem o endereço deste e de outros blogs de outros catequistas, para suas comunidades. São sempre fontes riquíssimas de troca de experiências, conteúdos e de partilha. Rezemos uns pelos outros, em todo o Brasil. ( Alberto Meneguzzi)

     



    Escrito por Meneguzzi às 17h31
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    Incrível. Estive no Haiti em 2010 e fui até o local onde a Igreja desababou com o terremoto do ano passado. Tudo estava destruído ao redor. Apenas uma cruz ficou intacta. Reparem no final desse vídeo. É evangelizador. Quando estive em Porto Príncipe, era questão de honra visitar alguns locais. Na frente dessa cruz, chorei feito uma criança. Ó vídeo é uma reportagem da TV GLOBO minutos após o desabamento da Igreja, que segundo informações, era onde estava a Dra Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.

    Assista o vídeo - http://mais.uol.com.br/view/11906972



    Escrito por Meneguzzi às 08h46
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    "....Neste sábado, dia 06 e domingo, dia 07, estarei envolvido com um encontro chamado de Kerigma. Em torno de 200 pessoas irão participar deste encontro destinado a formação de jovens, catequistas e lideranças da Igreja. Em dois anos, o Kerigma tem sido organizado em várias comunidades de Caxias e região. Mais de 1.500 jovens já participaram destes encontros e em torno de 100 catequistas também já puderam participar com suas turmas dessa formação. São jovens, alguns nem tão mais jovens assim com é o meu caso, que trabalham pela evangelização de outros jovens. Sentimos a necessidade de passar o primeiro anúncio aos jovens que estão na catequese ( crisma e pré-crisma). Notamos que muitas comunidades encontram dificuldades de organizar encontros atrativos e profundos para mostrar o amor de Deus e um caminho diferente para quem está na catequese. Pensando nisso, organizamos uma equipe que organiza todo o encontro ( Palestras para os jovens, momentos com os catequistas e com os pais), além de toda a logística do encontro ( crachás, lanches, almoço, deslocamento para o local do encontro, cadeiras, foolhas, material para momentos de grupo, oração, missa de chegada). Adoro isso. Serei mais uma vez, instrumento para evangelizar outros jovens. É o mínimo que posso fazer. Seria egoísmo da minha parte e da parte de muitos outros, conhecer Jesus, saber como é bom seguir seus passos, e guardar isso a sete chaves sem querer passar para os outros. Por isso, eu e outros amigos, companheiros de caminhada, estaremos neste encontro, trabalhando para que outros jovens, catequistas, adultos, sintam exatamente o que a gente sente: o amor de Jesus....."

    KERIGMA PARA JOVENS DA CRISMA DO BAIRRO CRUZEIRO E DA COMUNIDADE SANTO ANTÔNIO DO BAIRRO SERRANO. DIAS 06 E 07 DE AGOSTO DE 2011



    Escrito por Meneguzzi às 08h15
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    Nao peneire o grão em qualquer vento, nem siga por qualquer direção. Seja constante no modo de pensar e coerente na maneira de falar. Esteja pronto para ouvir e lento para dar a resposta. Se você for capaz, responda a seu próximo; se não for, fiquei calado. Falar pode trazer honra ou desonra, e a língua do homem é sua ruína" ( Eclesiástico 6)



    Escrito por Meneguzzi às 20h37
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    www.facebook.com/albertomeneguzzi



    Escrito por Meneguzzi às 20h35
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    Recados de catequistas de todo o Brasil

    Alberto Obrigada por sua presença em min ha vida, você é um anjo que Deus mandou. Suas palavras me dão força para cumprir o que Deus espera de mim, me dão animo e me fazem ver que posso fazer a diferença! Um grande abraço a você meu amigo e muito obrigada por ser presença de Deus em minha vida.
    Andréia | anizab@ig.com.br | Taubaté SP |  30/07/2011 15:17

    Andréia, sou apenas um instrumento nas mãos de Deus. É ele através de mim. É ele através de você. Seu recado me deixa mais animado e motivado. O blog é um instrumento de partilha e crescimento mútuo. Que bom saber que você acessa. Estamos juntos nesta missão. Beijos no seu coração ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 22h00
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    Cada dia amo mais e mais a minha missão

    "....Participei de um encontro de formação na tarde deste sábado. Foi um encontro de fé, oração, partilha, leitura bíblica e envio. Estávamos em 20 pessoas. Aqui em Caxias, frio novamente, tempo nublado e com neblina, dia típico para não sair de casa.No próximo final de semana, estes 20 e mais alguns, deixarão suas casas, suas vidas pessoais e até a folga de domingo ou sábado, para trabalhar para 150 jovens de duas paróquias. É um encontro que denominamos de kerigma. Fazem dois anos que idealizamos este tipo de encontro, destinados a jovens que estão na crisma. São dois dias de encontro. Do sábado, ás 7h30min até domingo, por volta das 20h quando acaba a missa de chegada e entrega. Na noite de sábado, todos voltam para suas casas e no domingo, todos voltam para o lugar do encontro. É estafante, desgastante e cansativo para quem trabalha. Mas é reevangelizador também. Adoro estes encontros. Cresci participando deles. Hoje, meu papel é outro. Arregaço as mangas, e trabalho. E, assim como eu, outras pessoas também trabalham. Tudo pelo amor a catequese, a Igreja e a sua missão de evangelizar. Sendo palestrante ou não, servir é ótimo. Ver, no final, a alegria e o brilho nos olhos desses jovens, é um presente e tanto que Deus nos dá.

    No encontro de formação de hoje, o Padre Ezequiel falou do quanto é importante espalharmos a palavra de Deus e as graças que Ele nos dá. Uma evangelização pessoal, íntima, sem entrega ou partilha, que utilidade tem¿ Precisamos do encontro, disse o Padre Ezequiel. “ A igreja fala muito do encontro. O documento de Aparecida fala tantas vezes nisso. O encontro com Jesus precisa ser transformador. E, se assim for, ele não pode ficar apenas com a gente. Precisamos fazer com que outros também se deparem com este encontro e, a partir dele, transformem não apenas as próprias vidas, mas vida de outros.” Palavras do Padre Ezequiel Dal Pozzo, que tem feito através da música e de suas palestras, que muitas pessoas se encontrem com o Pai do céu e depois, espalhem para os outros a verdade e a felicidade de encontrar a Deus.

    O encontro de hoje foi de partilha, de crescimento conjunto. É bom encontrar pessoas que estão na mesma caminhada. A gente se encoraja junto, se anima, se motiva, se fortalece e assim, continua a missão. A oração nos instiga e o estudo da palavra nos prepara ainda mais para a missão que não é nada fácil.

    Não consigo imaginar a minha vida sem esta missão. Sinto-me um instrumento, a cada dia. Deus me usa através da minha profissão e quer cada vez mais de mim.E eu, me sinto cada vez mais empolgado a anunciar o seu projeto. E quando encontro outras pessoas que também estão sendo chamadas para a missão, e gente se encontra e abraça, e reza junto, sinto-me tomado de uma coragem ainda maior.Por isso, no final de semana que vem, dias 06 e 07 de agosto, largarei tudo para dar a minha contribuição para que outros corações sintam aquilo que sinto diariamente, desde os meus 16 anos, quando descobri o verdadeiro amor de Cristo e depois, foi lapidando este amor e descobrindo minha verdadeira missão.

    Sozinhos, não somos nada. Não dá para caminhar sozinho com as coisas do Pai. Não dá para evangelizar sem apoio de ninguém. No meio de outros, que também sofrem, buscam , lutam, se alegram e querem um mundo diferente, tudo se torna mais fácil. Deus me ama de forma incondicional e por isso, coloca sempre outras pessoas para caminhar juntos....." ( Alberto Meneguzzi)

    www.facebook.com/albertomeneguzzi



    Escrito por Meneguzzi às 21h56
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    Olá, bem- vindo ao meu blog. Este espaço pertence a um catequista apaixonado pela missão. Um catequista que ama ser catequista e que apesar das dificuldades, está presente na sua missão há mais de 30 anos. Este espaço é  de um catequista vocacionado. Sim, para ser catequista, é preciso vocação e não apenas boa vontade. Lembro: este blog pertence a um catequista que ama ser catequista, que ama a sua Igreja e que entende a sua missão como algo importante para divulgação do projeto de Deus.

    Então, seja bem-vindo. Você encontrará aqui, depoimentos pessoais, textos que saem do coração de um cara apaixonado pela missão. Não tenho fórmulas prontas. Entre, fique à vontade, leia o que achar interessante e deguste esta minha paixão e faça de suas ações, também ações apaixonadas e missionárias. Aqui você encontrará conteúdos elaborados e postados, por um catequista vocacionado, e depoimentos de muitos outros catequistas apaixonados, que atuam por esse Brasilzão de Deus. Sou daqueles que não quer mais ficar fazendo a mesmice e busca constantamente avançar para águas mais profundas!

    Entre, seja bem-vindo, e que Deus abençoe a sua missão! E lembre-se: um catequista precisa incomodar!



    Escrito por Meneguzzi às 15h34
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    "Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e perdi tudo; mas tudo que que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo.Martin Luther King





    Escrito por Meneguzzi às 11h34
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    Oração ao Anjo da Guarda

    Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém.



    Escrito por Meneguzzi às 20h02
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    Revolução da alma

    Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão de ser da sua vida é você mesmo. A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de si. Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.

    Não tenha objetivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje. Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente. Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer. Com um sorriso, as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está "pronto"para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.

    Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor. A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja na nossa vida. ( Aristóteles)



    Escrito por Meneguzzi às 19h48
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    Falando de Amor

    A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.

     É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios. Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.

    Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidade vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado. ( Artur da Távola)



    Escrito por Meneguzzi às 19h43
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    Todas as terças, ouça a minha crônica na Rádio Mãe De Deus FM 107,9 de Caxias do SulTodas as terças, às 6h55min. Fiquei muito honrado com o convite e faço questão de deixar a minha contribuição para evangelizar e espalhar pelo ar uma mensagem diferente!

    Conheça mais sobre a emissora e também sobre a Comunidade Oásis através do site www.comunidadeoasis.org.br



    Escrito por Meneguzzi às 09h28
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    Minhas dicas de livro para catequistas e lideranças católicas. Fiz o meu ranchinho de livros nesta sexta-feira, 22 de julho, na livraria Paulus de Caxias do Sul. Vamos aos livros que comprei. Alguns, já iniciei a leitura. O primeiro deles é  " Os apóstolos e os primeiros discípulos de Cristo nas origens da Igreja", de Bento XVI.  O segundo é "A arte de ser discípulo", de Amedeu Cencini. E por último,  uma dica interessante para tirarmos nossas dúvidas: " Reencarnação ou ressurreição, uma decisão de fé", de Renold J. Blank



    Escrito por Meneguzzi às 09h24
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    Sejamos pró-ativos, pelo amor de Deus!

    Continuo insistindo que é preciso uma mudança de postura dos catequistas.  Nós catequista somos muito resmungões, vivemos lamentando tudo.  Quando alguma coisa não dá certo, insistimos na reclamação e desanimamos com uma facilidade espantosa.  Precisamos de catequistas pró-ativos. Esta tem sido a palavra do momento no mundo do trabalho e nas grandes corporações. Pró-atividade é a palavra-chave. A turminha que faz emebiei adora dizer para os outros que eles precisam ser pró-ativos se quiserem galgar postos maiores. O mundo corporativo é cruel. Vou usar a palavrinha mágica que  muitos dos  novos chefinhos espalhados nas empresas por aí usam para com seus subordinados. Sejamos pró-ativos.

    Um catequista pró-ativo faz do limão uma limonada e extrai do erro um grande aprendizado. Não fica lamentando pelos cantos, faz as coisas acontecerem de outra forma no momento seguinte. Arregaça as mangas e trabalha, busca novos desafios, corrige erros, remonta rumos e segue o barco em busca de águas mais profundas.

    O catequista pró-ativo sabe que a fila anda e não fica choramingando. Por isso insisto que catequese para ser boa precisa de catequistas engajados e convertidos. Caso contrário,  o que é para ser missão, torna-se  aulinha, cursinho,  um simples encontro semanal, sem alma, sem transformação, na base do oba-oba, à toa, sem vida.

    Conversão significa renúncia, mudança de postura,  seguimento de caminhos diferentes destes que o mundo anda oferecendo. Significa abrir mão das coisas mundanas. Catequista convertido age de forma diferente consigo mesmo, com sua família, no  trabalho  e na sua comunidade. Acima de tudo, o catequista convertido é um otimista com as coisas de Deus e sabe que o caminho que escolheu, não é um caminho fácil, mas sim, sinuoso, pedregoso, cheio de contratempos.

    Claro, os não convertidos, aqueles que foram convidados e aceitaram o convite e não sabem ao certo o que estão fazendo, irão desistir fácil. Na primeira pedra que encontrarem no caminho, desejarão ficar em casa, afinal de contas, para que mais uma preocupação na vida

    Precisamos ser catequistas pró-ativos, daqueles que encaram a missão como algo sério e trabalham para o reino do Pai com zelo, coragem, disposição e  interesse. O catequista pró-ativo sabe que ninguém lhe prometeu facilidades e se mostra disposto a encarar as agruras da caminhada. Não vai desistir no primeiro percalço.

    Desculpem-me a dureza das palavras que virão a seguir. Estou cansado de católico meia-tijela, daqueles que só fazem número nas pesquisas do IBEG. O católico meia-tijela é o mesmo que vai à missa no domingo e depois, freqüenta o centro espírita na segunda-feira para buscar um ‘passe’. O católico meia-tijela não participa da comunidade, reclama dos padres, do tempo de duração da catequese,  pois tudo para ele é motivo de crítica, mas da crítica destrutiva. Mas  ele continua se dizendo católico.

    A Igreja não precisa de católicos assim e muito menos de catequistas meia-tijelas. Precisamos de gente pró-ativa e convertida.

    Se não for assim, na base da conversão e do entendimento real de que o projeto de Deus é sério e perigoso, e por assim ser, necessita de gente corajosa e convertida,  o que é para ser missão se tornará tarefa comum, para cristãos comuns. E sendo comum, fazendo tarefas que todo mundo faz, torna-se muito mais difícil tocar outros corações e transformar o mundo com pequenas ações de discipulado.

    Seja um pró-ativo convertido. Se não for assim,  você será mais um da turminha do emebiei que tem o diploma da mão, mas que não entende bulhufas do verdadeiro projeto de Deus. ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 12h28
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    Dia 20 de julho, dia do amigo.

    Obrigado ao meu amigo verdadeiro, presente da minha vida sempre e que jamais me abandonou.



    Escrito por Meneguzzi às 16h17
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    Há tempo para tudo....



    Escrito por Meneguzzi às 16h11
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    Que tipo de terreno eu sou?

    Naquele dia, Jesus saiu de casa e sentou-se à beira-mar. Uma grande multidão ajuntou-se em seu redor. Ele entrou num barco e sentou-se ali, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. Ele falou-lhes muitas coisas em parábolas, dizendo: "O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras caíram em terreno cheio de pedras, onde não havia muita terra. Logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol saiu, ficaram queimadas e, como não tinham raiz, secaram. Outras caíram no meio dos espinhos, que cresceram sufocando as sementes. Outras caíram em terra boa e produziram fruto: uma cem, outra sessenta, outra trinta. Quem tem ouvidos, ouça!"



    Escrito por Meneguzzi às 16h06
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     Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
    Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
    Se achar que precisa voltar, volte!
    Se perceber que precisa seguir, siga!
    Se estiver tudo errado, comece novamente.
    ...
    Se estiver tudo certo, continue.
    Se sentir saudades, mate-a.
    Se perder um amor, não se perca!
    Se o achar, segure-o! ( Fernando Pessoa)



    Escrito por Meneguzzi às 21h06
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    O essencial na fé é o encantamento pelo Projeto de Jesus. Encantamento. Adoro esta palavra. Encantar-se pelas coisas de Deus é essencial para quem deseja seguí-lo e, mais do que isso, passar para outros os ensinamentos do Pai. Catequista que não possui encantamento pela missão, não passa de um tarefeiro!



    Escrito por Meneguzzi às 11h16
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    www.facebook.com/albertomeneguzzi



    Escrito por Meneguzzi às 20h15
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    Se você entrou nesse blog, algum motivo muito especial existe. Eu e você, sabemos qual é. Por isso, reze comigo, para que tenhamos mais operários para trabalhar por esse projeto DIFERENTE, que é o PROJETO DE DEUS. Estamos juntos nessa. Deixe um comentário neste blog, para que possamos nos conhecer e rezar um pelos outros!



    Escrito por Meneguzzi às 20h15
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    Mas quando mostro estas imagens nas minhas palestras e peço que as crianças e jovens presentes, identifiquem cada personagem, poucos se manifestam. Conhecem a imagem de Jesus, mas falam baixinho. Os demais, Gandhi, Martin Luther Kink e Madre Teresa, quase nem são reconhecidos por eles. Nem de longe a euforia que eles manifestam quando se deparam com as figuras dos personagens do quadro abaixo neste blog. Sinais dos tempos, sinais do efeito da propaganda na cabeça destas crianças e jovens. Sinais da ausência dos pais na educação religiosa dos filhos.



    Escrito por Meneguzzi às 20h06
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    Nas palestras que eu faço, num momento, eu mostro estas imagens e peço que elas sejam identificadas pelas crianças que estão presentes no encontro. Todas, sem excessão, em voz alta, identificam cada um dos personagens. Justin Bieber, amy winehouse, Luan Santana e Ronaldo, o palhaço símbolo do McDonald's. A marca do McDonald's chega a gerar euforia na criançada. E quando pergunto se o Mc é bom, eles gritam: " É BOOOOOMM!" E quando pergunto quem os leva para comer McDonald"s, eles apontam de forma rápida para os pais que estão juntos deles. Um momento surreal. Os pais, antecipando o que estã por vir na palestra, parecem ficar um pouco envergonhados com a maneira com que seus filhos identificam, seguem, sabem as músicas e admiram tais personagens, alguns desconhecidos inclusive pelos próprios pais.



    Escrito por Meneguzzi às 19h59
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    Continuo rezando por você, para que DEUS continue te usando pra transformar vidas, seja luz para pais, catequizandos e caterquistas. Beijos enorme em seu coração, e tenha um excelente final de semana!
    Márcia - marcia_turci@hotmail.com - Valparaiso - SP 



    Escrito por Meneguzzi às 12h58
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    Palestras que emocionam

    Encerrei mais um ciclo de palestras para pais, jovens, crianças e catequistas. Foram seis palestras em quinze dias. Paróquia São José, Paróquia Serrano, Comunidade São Caetano e comunidade Nossa Senhora da Saúde, da paróquia Imaculada Conceição, e outras duas palestras na comunidade Cristo Redentor da paróquia Santos Apóstolos. Todos estes encontros aconteceram em Caxias do Sul no período de 30 de junho até esta quinta-feira, 14 de julho.

     

     Falei do amor de Deus na minha vida. Falei da minha experiência como catequista e como a catequese me salvou. Falei de família. Falei da minha vida. Chorei, brinquei e sorri. Acima de tudo, falei com o coração para pais, jovens, crianças, sedentos das coisas de Deus.

     

     Depois de tantas palestras, estou mais animado. Dei minha contribuição, uma  modesta colaboração, no intuito de evangelizar e deixar uma mensagem de conforto e otimismo. Descobri também que nem tudo está perdido. Existem, sim, pais distantes  da igreja e distantes dos filhos. Mas os pais com quais eu tive acesso em todos estes encontros, se mostraram dispostos a fazer as coisas diferentes, tanto na relação de família, como na relação deles com a comunidade.

    Por  isso eu insisto que é preciso arriscar mais, chamar os pais para uma partilha, convocá-los para uma mudança, para que avencem para águas mais profundas. Sem eles, a catequese não vai muito longe.  Foi isso que eu disse, de forma muito clara, sem rodeios. Obrigado Senhor por estas oportunidades de te anunciar.

     

    Obrigado Senhor, pela coragem que muitos catequistas têm de proporcionar mudanças nas suas comunidades, arriscando encontros diferentes, chamando os pais para o convívio. Juntos somos fortes. Nem tudo está perdido. Estas palestras, para mim, foram evangelizadoras. Mesmo que tenha sido eu o palestrante, saio fortificado, animado e disposto a continuar na missão de ser catequista sempre.

     

     

     



    Escrito por Meneguzzi às 10h09
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    Garota bonita
    Fica comigo
    Garota bonita
    Fica comigo
    Ela quer ir embora
    Beatiful girl - Esta música é linda - Ouça - http://mais.uol.com.br/view/11825285


    Escrito por Meneguzzi às 09h32
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