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    Continuo rezando por você, para que DEUS continue te usando pra transformar vidas, seja luz para pais, catequizandos e caterquistas. Beijos enorme em seu coração, e tenha um excelente final de semana!
    Márcia - marcia_turci@hotmail.com - Valparaiso - SP 



    Escrito por Meneguzzi às 12h58
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    Palestras que emocionam

    Encerrei mais um ciclo de palestras para pais, jovens, crianças e catequistas. Foram seis palestras em quinze dias. Paróquia São José, Paróquia Serrano, Comunidade São Caetano e comunidade Nossa Senhora da Saúde, da paróquia Imaculada Conceição, e outras duas palestras na comunidade Cristo Redentor da paróquia Santos Apóstolos. Todos estes encontros aconteceram em Caxias do Sul no período de 30 de junho até esta quinta-feira, 14 de julho.

     

     Falei do amor de Deus na minha vida. Falei da minha experiência como catequista e como a catequese me salvou. Falei de família. Falei da minha vida. Chorei, brinquei e sorri. Acima de tudo, falei com o coração para pais, jovens, crianças, sedentos das coisas de Deus.

     

     Depois de tantas palestras, estou mais animado. Dei minha contribuição, uma  modesta colaboração, no intuito de evangelizar e deixar uma mensagem de conforto e otimismo. Descobri também que nem tudo está perdido. Existem, sim, pais distantes  da igreja e distantes dos filhos. Mas os pais com quais eu tive acesso em todos estes encontros, se mostraram dispostos a fazer as coisas diferentes, tanto na relação de família, como na relação deles com a comunidade.

    Por  isso eu insisto que é preciso arriscar mais, chamar os pais para uma partilha, convocá-los para uma mudança, para que avencem para águas mais profundas. Sem eles, a catequese não vai muito longe.  Foi isso que eu disse, de forma muito clara, sem rodeios. Obrigado Senhor por estas oportunidades de te anunciar.

     

    Obrigado Senhor, pela coragem que muitos catequistas têm de proporcionar mudanças nas suas comunidades, arriscando encontros diferentes, chamando os pais para o convívio. Juntos somos fortes. Nem tudo está perdido. Estas palestras, para mim, foram evangelizadoras. Mesmo que tenha sido eu o palestrante, saio fortificado, animado e disposto a continuar na missão de ser catequista sempre.

     

     

     



    Escrito por Meneguzzi às 10h09
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    Garota bonita
    Fica comigo
    Garota bonita
    Fica comigo
    Ela quer ir embora
    Beatiful girl - Esta música é linda - Ouça - http://mais.uol.com.br/view/11825285


    Escrito por Meneguzzi às 09h32
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    A coincidência é a forma que Deus tem de realizar anonimamente um milagre.



    Escrito por Meneguzzi às 10h01
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    "O fraco jamais perdoa, o perdão é característica do forte." (Mahatma Gandhi)



    Escrito por Meneguzzi às 12h51
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    Há tempo para tudo....



    Escrito por Meneguzzi às 12h41
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    Recado de uma catequista de Araxá-MG

    Oi Alberto, comprei seu livro na Paulinas mês passado. Comecei a ler e não consegui mais parar. Achei ele de uma linguagem simples, direta e muito profunda. Me vi em muitas situações que você mencionou, e acho sinceramente que este deveria ser um livro para toda pessoa ler no momento em que optasse por ser catequista. Parabéns pelo seu excelente trabalho.  É a primeira vez que nos comunicamos, li seu livro Paixão de Anunciar e me identifiquei muito com ele. Meu amor pela catequese começou aos 13 anos, quando eu numa fase adolescente muito difícil, estava me distanciando de Deus e da Igreja. Quando recebi o convite a minha 1ª reação foi uma risada. Eu disse q seria a última coisa que faria na vida, disse jamais serei catequista. Mas aquela idéia foi revirando na minha cabeça e eu resolvei tentar. Isto foi há 16 anos atrás. Eu comecei e uma paixão pela catequese tomou conta de mim. Ela me resgatou novamente para a Igreja. Me afastei durante o periodo da faculdade porque estudava em outra cidade e tive dificuldade de conciliar horário, mas não considero que deixei de ser catequista. como diz no seu livro: "uma vez catequistas, catequistas pra sempre." Catequese hoje faz parte da minha vida, já enfrentei muitas dificuldades mas meu amor é maior.
    Fabiana | fabianafborges@terra.com.br | Araxá - MG |  12/07/2011 13:08



    Escrito por Meneguzzi às 22h07
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    Recados de catequistas de todo o Brasil

    Eu sou a sua fã!!! Fã dessa sabedoria... visão de vida...dicernimento... de tanta bagagem...maturidade... sempre que tenho acesso a esse blog... saí fortalecida... vc me faz pensar...refletir... continuo aprendendo muito com vc... Deus te abç... saudade... ana
    Ana Cândida Costa Lopes | ana_lopes09@hotmail.com | Italva- RJ | 



    Escrito por Meneguzzi às 21h12
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    ".....Duas semanas de experiências incríveis como palestrante em diversas comunidades e paróquias de Caxias do Sul. Hoje, 09, estive na comunidade Nossa Senhora da Saúde, Bairro São Caetano. Um momento especial, com a presença de pais, catequistas e crianças e jovens. Saí dali motivado e animado. Ontem, 08, estive na Igreja matriz do Bairro São Caetano. Apesar do frio, muitos mais e filhos estiveram por lá. Marcante também a presença dos catequistas. Na semana passada, estive na Paróquia São José, no dia 30 de junho e no sábado, dia 02 de julho, apesar do frio, neblina, tempo ruim, uma grande quantidade de pais, catequistas, jovens e crianças, estiveram no salão paroquial Menino Deus no Bairro Serrano, para partilhar comigo os desafios da catequese atual. Ótimas experiências. Encontros bem organizados, bem pensados, com boa presença de pais. Fiquei feliz que os catequistas e coordenadores, estejam mais preocupados e atentos com a organização deste tipo de encontro. Recepção dos pais, presença dos catequistas, pontualidade no início do encontro, acolhida, ambiente bem organizado, tudo isso fez parte destes encontros que participei. Assim é que as coisas funcionam. Precisamos saber planejar melhor este tipo de momento. Nestas comunidades que eu participei, os coordenadores  equipe de organização, esteve atenta a tudo. É uma ótima notícia. Obrigado pelo convite!" ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 23h14
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    Meus livros, PAIXÃO DE ANUNCIAR e MISSÃO DE ANUNCIAR, publicados pelas paulinas em 2008 e 2010. O primeiro custa R$ 9,80. O segundo, R$ 15,80. Você os encontra nas livrarias católicas Paulus e Paulinas em todo o Brasil. Se não tiver e vc quiser procurar, peça para a livraria encomendar, pois é um absurdo uma livra católica não vender livros que são direcionados para catequistas de todo o Brasil, escrito por outros catequistas. O telefone do telemarketing das paulinas para encomendas de livros é 0800 701 0081. A ligação é gratuita. Ajude a divulgar estes livros. Tenho certeza que ele fará a diferença na vida de muitos catequistas e leigos que atuam nas paróquias e comunidades.

     

    ATENÇÃO: AS DEZ PRIMEIRAS PESSOAS QUE DEIXAREM SEUS ENDEREÇOS COMPLETOS E NOMES COMPLETOS AQUI NESTE BLOG E ESCREVEREM UM POUCO SOBRE O SEU AMOR PELA CATEQUESE,  ESTARÃO CONCORRENDO A UM KIT COM OS DOIS LIVROS, UM TERCINHO DE DEDO E UMA CAMISETA PROMOCIONAL DOS LIVROS. DIVULGAÇÃO  DO GANHADOR OU GANHADORA ACONTECE NA SEGUNDA-FEIRA, DIA 18 DE JULHO. PARTICIPE!



    Escrito por Meneguzzi às 23h05
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    Abaixo, divido com vocês que acessam este blogo, um recado de uma catequizanda, 22 anos depois de ter feito catequese comigo. Este recado chegou até mim pelo facebook. Imagina a minha emoção. Este menina, hoje mãe de 3 filhos, foi minha catequizanda em 1989. Lembro-me muito dela. Fiquei surpreso e honrado com o recado, e chorei de montão ao ler. Hoje, me senti mais fortalecido com a minha missão como catequista. Sei que este recado da Cinara foi obra de Deus. Ele usa as pessoas para nos surpreender e nos motivar! ( Alberto)

    "Alberto..essa semana me deu uma saudade de vc, daquele ano da Crisma, das suas conversas..nossa...chegou a me dar um aperto no coraçao...mas sei que Deus sempre nos protege e nos guia, e nos da as pessoas certas nas horas certas, e vc foi meu enviado por ele naquela epoca. Nao sei se algum dia te agradeci, mas se nao fiz isso, faço agora..meu muito obrigada por tudo o que vc fez pra mim...e espero de coraçao que meus filhos sejam teus alunos e tambem possam compartilhar desse teu amor, carinho e exemplo de pessoa que de uma maneira muito especial nos mostra Deus como nosso Pai verdadeiro e nos ensina a deixar nossa vida sempre em suas maos. Um grande abraço e quem sabe nos encontramos logo para tomar um cafe e conversar....fica com Deus.bj. Cinara"



    Escrito por Meneguzzi às 22h50
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    Cansado. Exausto. Assim que me sinto. As vezes, até, decepcionado. O abandono é terrível. Amigos que abandonam outros amigos, porque fazem isso? Porque confiamos tanto em algumas pessoas, e depois percebemos, que foi um grande erro confiar nelas. A relação com as pessoas é terrível. Não é fácil entender o ser humano, mesmo os que se dizem mais humanos e próximos das coisas de Deus. Por isso, as vezes, o cansaço bate e com ele vem a exaustão. Estou cansado. Exausto.



    Escrito por Meneguzzi às 20h40
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    A proclamação do missionário, catequistas, evangelizador ou liderança, consiste não em levar uma doutrina oficial, mas em testemunhar o amor com que o próprio Jesus conviveu com seus discípulos e o povo em geral. Não cabe ao catequista- missionário procurar segurança, prestígio, e estabilidade financeira em sua atividade, transformada em "cargo" ou "função". O missionário, na humildade e no despojamento, é movido pelo sentimento de fraternidade e solidariedade, com uma prática acolhedora, valorizando cada um que encontra e comunicando a paz. ( www.paulinas.org.br)

     



    Escrito por Meneguzzi às 11h42
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    Recados de catequistas que acessam este blog

    Felicidade, o que é? É tornar os outros felizes e receber, como recompensa, a própria Felicidade!!! É uma frase que fiz em minha juventude, nos tempos de estudante. Mas agora é que realmente entendo a profundidade da palavra felicidade. Sou feliz porque conheço o amor verdadeiro de Deus por mim, tenho meu esposo sempre ao meu lado e filhos abençoados e talentosos que conseguem transmitir o amor de Deus aos outros. E sou feliz também porque tenho amigos especiais ao meu lado, assim como você! Obrigado por tudo. Que Deus continue iluminando seus passos...
    Ivete oliveira molon | ivetemolon@gmail.com | caxias do sul RS, Bairro Serrano em  04/07/2011

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    Como queria q todos os pais e comunidade pudessem ler,ou ouvir tudo que vc diz...mas tenho esperança que ainda seremos mais valorizados e a catequese respeitada e valorizda,um grande abraço :Susete
    Susete | susete21@hotmail.com | Horizontina - RS, em 03/07/2011

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    Bom dia Alberto! Todos nós da Paróquia São Jose e suas Comunidades: Sta. Rita de Cássia, N.Sra. Aparecida, São Pedro, Sta. Bárbara e Mãe de Deus ficamos imensamente felizes por te-lo conosco na noite de quinta-feira, dia 30. Como é bom poder contar com pessoas como voce!!!Estamos na mesma caminhada...Sejamos perseverantes nesta MISSÃO!! AI DE MIM SE EU Não EVANGELIZAR... Obrigada ALBERTO pelo teu carinho. Beijos de todos nos.  Solange | sol.lovatel@hotmail.com | Caxias do sul RS , Paróquia São José em  05/07/2011

    A catequese seria muito melhor se existissem mais catequistas com o vc! Precisamos de uma catequese mais madura e renovada. Anunciar o Cristo com base na Palavra de Deus e em nossas atitudes.. Que Deus continue te abençoando nessa linda missão! bjs no seu coração - Luciana | lucianadaleluchi@msn.com | MG, em 01/07/2011



    Escrito por Meneguzzi às 11h33
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    "Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro. A real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz" (Platão)



    Escrito por Meneguzzi às 19h14
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    O óbvio e o medíocre

    Não sei se vocês conseguem reparar, mas o medo que se apodera  de muitas lideranças comunitárias nos leva a viver cercados de obviedades por todos os lados. E quando o assunto é catequese, se não são obviedades,  estamos cercados de mediocridades.
     
    A obviedade e a mediocridade são de tal modo cansativas que, quando a gente encontra uma  idéia diferente, vinda de alguma "alma" corajosa e animada pela missão,  que indique algum caminho e  que  fuja o trivial, isso acaba sendo surpreendente. A obviedade nunca surpreende, mas choca. A mediocridade, pelo menos a mim, entristece
     
    Por isso, recomendo: tenha cuidado. O perigo de conviver com o óbvio e com o medíocre, é o do contágio. Uma semana que você passe com gente assim,  pode ser decisivo para que você fique parecido.
     
    Nós temos na igreja muitas comunidades óbvias e outras tantas medíocres. Isso é transferido para as atitudes das lideranças que nelas habitam.
    As óbvias fazem o trivial. Agem da mesma forma há anos. Não arriscam, não dão um passo adiante, não avançam em idéias e conteúdos. É o óbvio que domina cada ação. São semeadas tantas obviedades numa comunidade assim, que a colheita se torna óbvia.
     
    Existem também comunidades medíocres. Nestas, nem o trivial é arriscado. Sufocam o surgimento de novas lideranças, evitam a partilha do conhecimento, esquecem do diálogo, do planejamento e do engajamento comunitário. Não avaliam os passos dados. É a mediocridade encaranada em cada ação. Semeiam mediocridade e colhem a mesma coisa. Não são comunidades de fato. Existem apenas juridicamente como espaço territorial.
     
    Sempre lutei para não ser óbvio e muito menos medíocre. Mas esbarro constantemente com gente assim, na própria caminhada de igreja. Na catequese então, estamos cheios de catequistas óbvios.  São os medrosos, sem vontade e muito menos coragem para entender a missão que lhes foi confiada. Vivem o evangelho decorado, com passagens deste ou daquele livro na ponta da língua, mas não arriscam a vivê-lo na plenitude, e com isso,  arcar com as conseqüências de seguir o projeto de Deus.
     
    Os medíocres, então, se espalham de forma muito rápida. Se não forem reconhecidos e extirpados, acabam contagiando muita gente. São nocivos. Eles não querem diálogo, detestam o trabalho em conjunto e se satisfazem com o que sempre foi feito, com o tradicional.
     
    O medíocre é o óbvio encarnado dos piores sentimentos.
    Quem quiser fugir destas denominações na ação diária da catequese, que viva como as primeiras comunidades viviam. “Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir do pão e nas orações. Todos os que abraçaram a fé eram unidos e colocam em comum todas as coisas. Diariamente, todos juntos freqüentavam o templo, Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E a cada dia, o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação” Está em Ato dos Apóstolos, 2 , 42 – 46.
     
    O anúncio suscita conversão. E converter-se é ir além, arriscar vôos maiores, encarando o ônus e bônus do seguimento de Jesus.
     Se não for desta forma, é a obviedade e a mediocridade em ação. E disso,  a catequese não precisa mais. ( Alberto Meneguzzi)
     



    Escrito por Meneguzzi às 19h09
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    Palestras e encontros de catequese


    Dia 08 de julho, 19h30min, Comunidade São Caetano - Paróquia Imaculada Conceição - Palestra " Pais, catequistas e comunidade: responsabilidade mútua na catequese"

    Dia 09 de julho, 15h30min - Comunidade Nossa Senhora da Saúde - Bairro São Caetano - Caxias do Sul - Palestra "Pais, catequistas e comunidade: responsabilidade mútua na catequese"

    Dia 16 de julho - Palestra para alunos da Lefan - 09h às 10h30min

    Dia 20 e 21 de julho -, 19h30min- Paróquia Cristo Redentor - Caxias do Sul - Palestra " Iniciação à vida cristã" - Para pais das quatro etapas da catequese

    Dia 13 de agosto - Cidade de Horizontina - RS - Encontro com jovens, pais  de catequizandos e catequistas.

    Dia 20 de agosto - Cidade de Farroupilha - RS - Comunidade Nossa Senhora de Lourdes - Farrapos - 14h às 16h -  Palestra : "Grupo de jovens, local de encontro, celebração de vida e serviço"

    Dia 25 de agosto - Palestra para pais e catequizandos - Paróquia Imaculada Conceição - Igreja matriz - 19h30min

    Dia 27 de agosto - Palestra para alunos da Lefan - Sábado, 09h às 10h30min



    Escrito por Meneguzzi às 19h07
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    Os desafios para a Família no mundo de hoje

    Programa especial de Rádio sobre a FAMÍLIA. Este programa foi apresentado recentemente, através da RedeSul de Rádio para  nove emissoras que compõe a rede. A apresentação é do jornalista Alberto Meneguzzi. Os convidados são pessoas especiais e o programa nos leva a uma reflexão especial a respeito da nossa missão junto às famílias.

    PRIMEIRO BLOCO - RAZÕES DA FÉ - http://mais.uol.com.br/view/5961280

    SEGUNDO BLOCO - RAZÕES DA FÉ - http://mais.uol.com.br/view/5961293

    TERCEIRO BLOCO - RAZÕES DA FÉ - http://mais.uol.com.br/view/5961300




    Escrito por Meneguzzi às 11h14
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    Sociedade doente, catequese doente

    "A catequese que fazemos nada mais é do que o senso-comum do comportamento social. Parece meio filosófico isso, mas é assim que analiso. 

    Temos uma sociedade doente e por conseqüência, a catequese também trilha o mesmo caminho.

    Uma sociedade que preza o consumo e transforma quase tudo em descartável tem muito a ver com uma catequese que não consegue dialogar de forma franca e aberta sobre o uso, por exemplo, de uma simples camiseta do dia da celebração de primeira eucaristia ou crisma. Assunto pequeno para um texto que parecia querer filosofar? Sim, assunto pequeno, mas muito grande para uma catequese que se mostra doente  quando ainda faz destas coisas, um motivo para grandes discussões e divergências até mesmo entre os catequistas.

    Uma sociedade que não prioriza o diálogo descarta o entendimento e transforma as relações pessoais em uma disputa sem ética alguma, tem muito a ver com a relação distante que muitos de nós catequistas temos entre nós mesmos. Uma catequese doente esquece da oração nos encontros e vive com dificuldades para tentar resolver situações que poderiam ser perfeitamente contornáveis com uma boa conversa.

    Uma sociedade doente valoriza mais o ter do que o ser.

    Uma catequese doente faz a mesma coisa. Em muitas comunidades, quem “tem” é mais bem tratado. Quem “não tem” fica relegado a um segundo plano. Parece estranho dizer isso, mas é a pura realidade. Dói admitir que mesmo em meio a catequistas e no ambiente de Igreja exista este tipo de comportamento, que valoriza mais o ter do que o ser.

                A sociedade doente tem pressa, quer as coisas para ontem, quer resultados, cumprimento de metas, lucro.

    A catequese doente também espera resultados rápidos e, por isso, acaba se tornando incompleta e incoerente com os seus propósitos.

    A sociedade doente é individualista, só tem olhos para si. O que vale é o “eu”.

    A catequese doente não pensa no espírito comunitário, não dialoga com outros serviços e pastorais e não entende encontros de formação como importantes. Neste contexto é que muitos catequistas vivem, ou seja, na soberba de achar que já sabem tudo.  Com isso, não se relacionam, não convivem e muito menos trocam experiências com os outros.

    A sociedade doente não encara o lado espiritual como algo importante.

    A catequese doente também transforma a eucaristia em algo secundário ausenta-se das celebrações dominicais e não se abastece nos propósitos do projeto de Deus.

    A catequese que vivemos, que tanto reclamamos, é reflexo direto da sociedade doente e da qual fizemos parte.

    Basta saber se o que queremos na catequese é o mesmo que buscamos na nossa vida em sociedade.

    Com a ética não se negocia.

    Com a catequese, não se brinca"

     



    Escrito por Meneguzzi às 11h13
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    A verdade da cruz

    "Somos todos importantes para o projeto de Deus, independentemente da nossa condição social e formação cultural. Conheço muitos catequistas com pouca formação e estudo, mas apaixonados pela causa e que por isso, superam qualquer obstáculo com paixão, ardor e verdadeira dedicação pelo que fazem. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. Deus não faz diferença entre as pessoas pela roupa que elas vestem, pelo sobrenome, pelo cargo que ocupam em alguma empresa, pela casa ou pelo carro que possuem. Somos todos iguais e para Ele temos o mesmo valor. Somos amados com o mesmo grau de intensidade.

                Se há algo que nos diferencia um do outro, principalmente no trabalho pastoral, é a maneira com que encaramos nossa missão. A catequese, por exemplo, é fundamental para a Igreja.

                Um catequista que realmente entende a importância do seu trabalho jamais deve buscar o sucesso pessoal, ou apenas se preocupar com possíveis elogios que vá receber em suas ações. Deve, isso sim, buscar a verdade e o compromisso com um mundo diferente. Estas devem ser as maiores preocupações de qualquer catequista, seja ele de que comunidade for: pobre, rica, com mais ou com menos  recursos, do centro, da área rural ou da periferia.  Esta busca incessante pela verdade e, a partir disto, da conquista de um mundo diferente, se contrapõe a tudo o está sendo oferecido hoje. Um catequista vive em constante contradição com o mundo.

                Estas conquistas dependem única e exclusivamente da nossa crença e da nossa fé e não acontecem apenas nos períodos em que estamos com o nosso grupinho de Igreja, reunidos lá na comunidade. É fácil ser cristão no meio de quem se diz cristão. Precisamos outros ares e desafios e quem opta por este caminho, vai além.

                 Uma catequista precisa de uma verdadeira transformação na sua vida. Ninguém conquista o outro sem estar plenamente convicto do que realmente acredita. Ninguém santifica o outro sem estar na busca diária da santidade. Ninguém transforma o outro sem acreditar que é necessária antes uma transformação pessoal. Ninguém apresenta Deus ao outro sem ter contemplado sua face. Ninguém vai entender o projeto do Pai se não entender também o sacrifício da cruz.   

                É diante da cruz que fizemos nossas escolhas. Contemplando o cristo sofredor é que vamos dizer sim ou não ao seu projeto. Não tem como dizer “mais ou menos”. Ou acolhemos ou rejeitamos. Olhe para cruz. Ali está a verdade, pura, cristalina, autêntica do mistério.

                “Encontrar, compreender e seguir Jesus é experimentar o Reino de Deus”. (Subsídio da CNBB/2)

                “Deus amou tanto o mundo que enviou o seu filho para que, crendo nele, não morramos, mas tenhamos a vida eterna. Deus ama até o ponto de entregar aquilo que lhe é mais caro. A essência de Deus é o amor.” (Subsídio da CNBB/2)

                “A experiência do encontro com Cristo muda radicalmente a vida. É uma experiência única, muito bonita, que precisa ser comunicada, compartilhada”. (Subsídio da CNBB/2)

                A catequese é um bom exercício de compartilhamento da nossa opção pelo projeto de Deus. O pai, não nos quer passivos, quietos, desanimados e medrosos. Quer-nos alegres, corajosos e animados na sua missão.

                “Jesus chamou os discípulos para segui-lo e escolheu doze dentre eles, os quais chamou apóstolos, para que ficassem com Ele e, no tempo oportuno, fossem enviados para pregar o Evangelho do Reino de Deus. Os escolhidos aceitaram formar com Jesus uma comunidade. Não foram chamados para aprender uma tradição religiosa ou uma filosofia, mas para entrar em comunhão com a pessoa, a missão e o destino de Jesus. O mesmo convite que foi feito aos doze apóstolos se repete hoje a todos nós, através da Igreja.”(Subsídio da CNBB/2)

     

    Você está sendo convidado e este Cristo que te convida é mesmo da Cruz que precisamos contemplar constantemente para entender a nossa missão. Ele não admite dúvidas: te  quer por inteiro.

    Não podemos, com isso, ficar fechados em nós mesmos. Não estamos enclausurados nos limites do mundo material. É na relação com os outros e com a realidade que nos cerca que expressamos nossas capacidades e encontramos a razão de viver neste mundo. E na relação com Deus encontramos a razão última da nossa existência.(Subsídio da CNBB/2)

    O catequista é chamado a se relacionar, com Deus, de forma íntima através da oração e da eucaristia, e com as pessoas, através do seu ardor, da sua paixão e da sua fé.   

    Quem ama a Deus e acredita no seu projeto não pode fugir das pessoas."

     



    Escrito por Meneguzzi às 11h12
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    A catequese faz-de-conta

     Muitos pais acham que enganam a quem inscrevendo seus filhos na catequese e depois, servindo de estímulo para a ausência deles nos encontros e eventos programados? Muitos pais são adeptos da catequese faz-de-conta, divertem-se com isso e dão risadas quando pensam que estão ludibriando os catequistas e a Igreja agindo desta forma.

    Agem desta forma displicente e sem graça com as coisas de Deus. Estão sempre cheios de compromissos e não encontram um minuto sequer para conversar sobre os assuntos da catequese dos filhos.

    Nem um minuto.

    Muitos agem desta forma sem consciência, o corre-corre da vida lhes absorve e os faz priorizar e pensar em outras coisas.

    Mas, outros, mesmo sabendo da importância da catequese para a formação de qualquer criança e adolescência, mesmo assim, são desligados, preguiçosos e possuem uma má vontade em relação espiritualidade de seus filhos.

    Porque inscrevem os filhos então se não querem saber de nada?Tradição, somente isso? Todo mundo faz, o filho do vizinho, da vizinha, o colega de escola, então, meu filho também tem que fazer para não ser diferente?

    Existem pais que, quando encontram o catequista dizem a eles na maior cara-de pau:

     Que história é esta de catequese em feriadão? Nem pensar.”

    "Missa em todos os domingos? Vocês não têm mais o que fazer? Domingo é dia de descanso” nos dizem alguns pais.

    Na catequese faz-de-conta as coisas da igreja não são prioridades.

                Mas este tipo de catequese engana a quem?

                A catequese faz-de-conta vai do nada a lugar nenhum.  Posicionar-se contra tudo o que a igreja faz e achar o máximo enganar o catequista com justificativas sem fundamento para explicar a própria ausência em reuniões e eventos, e a dos filhos em muitos encontros, é remar contra a maré.

    Pai ou mãe que age desta forma está ajudando a criar uma sociedade sem ética, sem moral, sem princípios, não está enganando a Igreja.

    Não há sentido algum em inscrever uma criança na catequese e simplesmente ajudá-la a enganar o catequista, burlando as normas estabelecidas por uma paróquia. Infelizmente, muitos pais ainda agem assim: desinteressados, impacientes, pouco participativos. Jogam seus filhos nas mãos de um catequista que eles não sabem nem o nome.

                A catequese faz-de-conta não faz crescer, não educa, não espiritualiza e nem contribui para um mundo melhor. Que graça tem fazer da catequese do filho um fardo para ele e para o catequista, e ainda rir disso?

                Pensar em enganar a Deus e a Igreja é burrice das piores.

                Com a catequese não se brinca.

     

     



    Escrito por Meneguzzi às 11h11
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    Bairro Serrano neste final de semana

    Neste sábado, 02 de julho, 16 horasestarei partilhando minha experiência como catequista que sou  há 30 anos, como pais, catequizandos, catequistas e comunidade em geral, da Paróquia do Bairro Serrano em Caxias do Sul. Falarei sobre a importância da catequese, seus desafios e responsabilidades de cada um na educação da fé. Quando sou chamado para isso, vou com a maior alegria, pois sei exatamente como sairei deste encontro: extremamente feliz, animado e fortificado. A catequese é a minha vida, por ela vivo e por ela trabalho, pois foi ela que lá nos meus 17 anos, me salvou!



    Escrito por Meneguzzi às 06h17
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    Encontro na paróquia São José em Caxias do Sul

    "....O encontro que tive com pais , catequistas e vários jovens e crianças no salão da comunidade da Paróquia São José em Caxias do Sul, foi um momento inesquecível. Falar das coisas de Deus não é trabalho para mim, mas sim, uma missão que o Pai me confiou. Quando encontro catequistas animados, dispostos, prontos para anunciar um Cristo liberto, e encontro também gente dispostaa dar um pouco de seu tempo em prol dos outros, eu me sinto transformado. A vida não se resume a casa ou o carro que temos, muito menos a qualquer outra coisa material.

    A vida, para ter sentido, precisa ser vivida em prol do outro. Minhas ações, meus projetos, minhas atitudes, precisam fazer diferença na vida do outro. Hoje, a catequese é grande oportunidade para isso, oiu seja, anunciar o Cristo, falar das coisas de Deus, mostrar caminhos diferentes. Faço isso há 30 anos, não por obrigação, mas por vocação.

     E quando sou chamado para estas palestras, saio transformado, mais animado e extremamente feliz, pois sei que não estou só na caminhada! Obrigado paróquia São José pelo convite. Obrigado Solange e Ricardo pela disponibilidade de vcs e pela coragem de organizar um evento assim. Parabéns pela organização e acolhida. A catequese se faz assim, com planejamento e organização, mas também como muita coragem para enfrentar as adversidades!" ( Alberto Meneguzzi|)



    Escrito por Meneguzzi às 06h14
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