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    Obrigado Horizontina

    "..... Foi um dos melhores encontros que já participei como assessor e assistente. Estive em Horizontina-RS neste final de semana.  A cidade de Horizontina é uma cidade pequena localizada bem pertinho da Argentina. Não tem mais do que 20 mil habitantes e consegue ter em torno de 10 mil dizimistas. Sim, 10 mil dizimistas. Não falei em 10 mil famílias. Crianças, jovens, adultos, idosos, todos são dizimistas de forma individual. Incrível isso. Mas fora a questão do dízimo que é muito bem traballhada por lá, o final de semana foi especial porque novamente pude encontrar catequistas empenhados  para uma catequese melhor. Nestes últimos seis anos, pude conhecer muita gente pela internet que também luta por uma catequese melhor. Mas a grande maioria das pessoas que eu conheci, são mulheres. O Reginatto, catequista em Horizontina, foi um dos poucos homens que mantive contato nestes anos todos de existência do grupo Anjos do Brasil. O suficiente para ficarmos amigos. Foi através dele que estive em Horizontina em 2010. Através dele também conheci a sua família, sua comunidade, os Freis que comandam a paróquia e outros catequistas maravilhosos e acolhedores. Não fiz apenas novos amigos, mas adquiri amizades especiais. Tanto é que quando eu me despedia, no ano passada, e voltava para a minha casa, choramos de emoção. Neste ano voltei. Minha tarefa era falar para mais de 200 jovens na parte da manhã do sábado. O assunto, justamente um que eu tenho mais evitado: a importância da família. Tenho evitado falar sobre o assunto, ou fico constrangido com isso, porque a minha família não tem sido exemplo para que eu fale sobre.  Mas fui. Na parte da manhã, falei sobre os caminhos que todos os jovens podem seguir. “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Indiquei os caminhos que eu optei quando eu tinha 17 anos. Claro, foi uma palestra divertida e emocionante e no final das contas, acho que dei conta do recado, apesar de estar um pouco nervoso e ansioso, como sempre fico nestas formações. Na parte da tarde, a formação era os pais. O assessor  foi o Padre Ezequiel Dal Pozzo.

                 O Padre Ezequiel tem sido uma grata surpresa para todos. Jovem, tem apenas 31 anos, tem se destacado por ser dono de uma bela voz. Já gravou dois Cds com músicas de sua autoria, de uma excelente qualidade. Em função disso, tem sido convidado para shows e palestras em todos os cantos do estado e até no Brasil. Estivemos juntos nessa viagem. Viajamos juntos, eu, ele e outros componentes da sua banda. Foi uma experiência maravilhosa. O Padre Ezequiel, com o seu jeito veemente, falou sobre os desafios que são apresentados para as famílias nos dias de hoje. No final, pude falar um pouco sobre os desafios da catequese na relação com os pais. Na parte da noite, a programação previa um jantar-show das vocações. O salão paroquial da Igreja ficou lotado. Saí dali quase duas horas da madrugada, mas satisfeito com os shows do Padre Ezequiel e de uma banda chamada Sol Maior (excelente banda), com o envolvimento comunitário, com a organização de todos os eventos do sábado, com a comunhão de esforços das pastorais da paróquia de Horizontina (catequese, equipe administrativa, freis e movimentos existentes no local).

                Voltei cansado, pois a viagem é longa. Além dos mais, depois de ter enfrentado temperaturas abaixo de zero quase um mês aqui em Caxias sem nunca ter ficado gripe, acabei pegando uma gripe daquelas e tombei ao chegar de volta a Caxias.  Mas, apesar disso, voltei feliz. Aprendi muito neste final de semana. Reanimei, e fiquei mais convicto ainda da minha missão como catequista e liderança pastoral. O exemplo de Horizontina me faz crer que com a união de esforços, as coisas acontecem. Foi o que aconteceu por lá: comunidade unidade, pastorais juntas, trabalhando e arregaçando as mangas, e párocos presentes em todos os momentos. O resultado disso só poderia ser o que foi: gente feliz, participativa, pais interessados e crianças e jovens  querendo seguir caminhos diferentes. Os catequistas? Bom, os catequistas são serem especiais. Não seria diferente em Horizontina. Os catequistas de lá, novamente me emocionaram. Assim como eu, também amam a missão e querem uma catequese diferente...." ( Alberto Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 07h57
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    Assunção da Virgem Maria

    Não há maior glória do que a que recebeu Maria, escolhida para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus. De seu ventre virginal nasceu o Salvador da humanidade. Por isso, Deus lhe reservou a melhor das recompensas. Terminado seu tempo de vida terrestre, Maria foi "assunta", isto é, levada ao céu em corpo e alma. O que a tradição cristã diz é que Ela nem mesmo morreu, apenas "dormiu". Narra também que foram os anjos Gabriel e Miguel que A levaram ao céu. Deus queria conservar a integridade do corpo daquela que gerou seu Filho.

    A solenidade da Assunção da Virgem Maria existe desde os primórdios do catolicismo. No início era celebrada a Dormição de Nossa Senhora. Esta festa veio a ser oficializada para os católicos orientais no século VII com um edito do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormição foi introduzida também em Roma pelo Papa Sérgio I, de origem oriental. Foi em 687, quando, em procissão, foi até a basílica de Santa Maria Maior, celebrar o Santo Ofício. Mas foi preciso transcorrer um outro século para que o nome "dormição" cedesse o lugar àquele mais explicito de assunção", usado até os nossos dias. Em 1950 foi solenemente definido este dogma de Maria, pelo Papa Pio XII. Pela singular importância de Sua missão como Mãe de Jesus, Maria não só foi proclamada Rainha do céu, quando levada para viver ao lado de Deus, mas proclamada Mãe da Igreja, portanto de todos nós.

    Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.



    Escrito por Meneguzzi às 07h28
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    Se  a tempestade não passar, aprenda a dançar na chuva!



    Escrito por Meneguzzi às 14h37
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    Encontro com jovens da catequese neste sábado, véspera do dia dos pais. Salão com mais de 200 jovens. Um momento especial para jovens que se comprometeram a serem " jovens melhores". Horizontina fica no RS, bem pertinho da Argentina.



    Escrito por Meneguzzi às 14h19
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    Catequista do Piauí

    Lara, catequista de Teresina no Piauí, é uma das tantas lideranças que passa por aqui diariamente. Ele é catequista na comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus. Seu e-mail é laralopes11@gmail.com. Lara, que é catequista há quatro anos e trabalha com crianças, não acessa apenas o meu blog, mas dá uma circulada por vários blogs de catequistas deste Brasil afora. Lara é mais uma das tantas catequistas que busca fazer uma catequese diferente na sua comunidade. Por isso, se dedica, estuda, vasculha blogs e sites, em busca de conhecimento e troca de experiências. Seu msn é tetenga@hotmail.com. Obrigado Lara por passar por aqui. Continue firme na sua missão aí no seu estado, na sua cidade e na sua comunidade. Deus precisa de Ti! Beijos no seu coração!



    Escrito por Meneguzzi às 08h45
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    Um eterno aprendiz

    Um catequista precisa ser antes de tudo,  um líder. E liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer. E ninguém faz com que os outros façam alguma coisa sem um trabalho conjunto e de equipe. E criar uma equipe significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar. Líderes devem inspirar pessoas.

    Na medida em que vamos nos  envolvendo nesta linda missão que nos é  confiada, Deus parece ampliar seu chamado. E quando nos damos conta, já estamos completamente envolvidos. Quem descobre a bênção que é servir e trabalhar em prol de um projeto diferente, não recua, mas sim, avança.

     

    Quando chegamos nesta estágio, muita coisa muda. Chega um ponto no trabalho de um líder que é não é mais suficiente inspirar quem faz. Torna-se necessário inspirar quem inspira quem faz. É o tamanho da missão que muda. Começamos a perceber a magnitude da missão e da nossa capacidade de envolvimento. Um líder precisa saber lidar com as exigências e aí, terá que saber trabalhar muito bem com a equipe que tem ao seu lado.Empoderar outras pessoas, fazê-las fazer, inspirar quem inspira quem faz. Ao líder, torna-se imprescindível formar pessoas capazes de ampliar os horizontes, mantendo as conquistas, avaliando a caminhada, corrigindo rumos que precisam ser corrigidos, e encorajando a equipe a continuar caminhando.

     

    Nem sempre as pessoas  se dão  conta do quanto  são  importantes para o projeto do Pai. Falta  a percepção  de que o convite que  foi feito, não é  humano, mas divino.  Eis a razão pela qual, muitos cristãos ficam zanzando para lá e para cá, agindo apenas na casca, no externo, sem a  verdadeira  radicalidade que exige o discipulado.

     

    Falta o envolvimento verdadeiro, concreto, a ponto de fazer com que outros também façam,  que  inspira e encoraja, que eleva e empodera.

    Não existe missão evangelizadora sem que surjam outros seguidores. Líderes precisam de seguidores. Liderar necessita de opção concreta, além de conhecimento, estudo, aprendizado, dedicação e, principalmente,  o gosto pelas pessoas.

     

    De uma vez por todas, precisamos assumir com coragem e ardor a condição e a atitude de discípulos.  É a prática do Evangelho e não apenas a teoria.

    O Doutor em Teologia José Comblin diz no livro Evangelizar, publicado pela Paulus em 2010, que o Evangelho de Jesus fica escondido para as pessoas que não o praticam. Segundo ele, existe o privilégio da ação ou da prática. “Quem não começa a agir como discípulo não pode entender nada. Pois é agir como discípulo, a ação que consiste em seguir Jesus na verdadeira lei do Pai, que fornece a chave do Evangelho. Quem não procura se empenhar ou se comprometer nunca chegará a ver nada daquilo que Jesus proclama”, diz Comblin.

     

    E ele diz mais. “O discípulo é uma pessoa comprometida, engajada de modo definitivo e radical. Para ser discípulo, é preciso dedicar-se totalmente a essa tarefa e deixar tudo o que for obstáculo. Ser discípulo torna-se norma última. O que caracteriza o discípulo é a sua radicalidade.”

     

    É desafiador para um reles catequista  viver a radicalidade do evangelho.  Ser radical , nesse caso, significa comprometer-se. Comprometimento tem a ver com mudanças profundas no próprio comportamento. Passa também pela coragem  de agir, de denunciar o que não faz parte do projeto do Pai e, ao mesmo tempo, pela humildade de saber se relacionar e aprender com a caminhada. Um líder não é o dono da verdade.

     

    O discípulo é um eterno aprendiz. O evangelho é um convite para sermos aprendizes. O discípulo não pode ter a pretensão de ser grande, porque sempre está na condição das crianças que aprendem: “Se não nos tornardes como crianças, não podereis entrar no reino dos céus”   ( MT – 18,3)O líder precisa ter consciência que não será eterno nem infalível. Cedo ou tarde, ele precisará ser substituído, temporária ou definitivamente. É assim que as coisas funcionam na nossa vida pastoral. Infelizmente, alguns sentem-se eternos nos cargos que ocupam na comunidade. Com isso, não abrem caminhos, não formam novas lideranças, ficam avessos a novas idéias. E não surgem novos líderes, novos apaixonados pela missão, novas pessoas engajadas e imbuídas do mesmo espírito que nos fez permanecer até então na caminhada.

     

    Um catequista precisa ser antes de tudo, um líder. E liderar não é fazer. Liderar é fazer fazer. Mas ninguém faz sozinho. É preciso caminhar em equipe. E criar uma equipe significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar.

    Líderes devem inspirar pessoas.

    E eternos aprendizes.

    E radicais na obediência do evangelho.

    Se não for assim, não é missão, nem mesmo discipulado.

    É tarefa que qualquer um faz, de qualquer jeito!

     

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    ( *A parte de liderança deste texto foi inspirada num artigo de Eugênio Mussak, publicado na página 134 da Revista Você S/A, edição de novembro de 2010. Li, gostei e fiz algumas adaptações)

     

    ( * A parte sobre discipulado neste texto foi inspirada no livro do Teólogo José Comblin chamado EVANGELIZAR, páginas 26 e 27. O livro é leitura obrigatória para todos os catequistas, ou alguém que atua como catequistas acha que não é necessária nenhuma leitura ou estudo?  O livro EVANGELIZAR foi publicado pela Paulus em 2010)



    Escrito por Meneguzzi às 07h36
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    Máscaras de comunhão

    Precisamos renovar as paróquias. Essa renovação, segundo o Documento de Aparecida, exige novas atitudes dos párocos e dos sacerdotes que estão a serviço destas.  A primeira exigência é que o pároco seja autêntico discípulo de Jesus Cristo, porque só um sacerdote apaixonado pelo Senhor pode mudar uma paróquia. Entretanto, ao mesmo tempo, deve ser ardoroso missionário que vive o constante desejo de buscar os afastados e não se contenta com a simples administração. (DA 201).

    Uma paróquia renovada multiplica pessoas que realizam serviços e acrescenta aos ministérios. A integração entre serviços e ministérios existentes, na unidade de uma única proposta evangelizadora, é essencial para assegurar uma comunhão missionária.

    Qualquer que seja o serviço, a pastoral, o ministério ou ação da Igreja, precisa estar animado por uma espiritualidade de comunhão missionária. Segundo a Carta Apostólica Novo Millenio Ineuente, escrita por João Paulo II, em 2001, sem esse caminho espiritual, de pouco serviriam os serviços externos da comunhão. “Mais do que modos de expressão e crescimento, esses instrumentos se tornariam meios sem alma, máscaras de comunhão.” (NMI 43).

    O Documento de Aparecida também destaca a missão dos leigos e os conclama para a missão utilizando-se do texto Lumen Gentium (Luz dos Povos), um dos mais importantes do Concílio Vaticano II. “Os  leigos são homens da Igreja no coração do mundo, e homens do mundo no coração da Igreja.” ( LG 31).

    Precisamos de sujeitos novos e o acontecimento de Cristo é, portanto, o início deste sujeito novo que surge na história e a quem chamamos de discípulo. (DA 243).

    É hora, sim, de renovar paróquias, dioceses, comunidades. Precisamos assumir definitivamente a nossa condição de cristãos engajados. Não dá mais para fazer de conta, ocupar espaço, realizar tarefas sem profundidade. O mundo exige discípulos comprometidos, que facilitem relações, que dialoguem e, principalmente, que busquem sem cessar a unidade e a obediência diocesana, e não apenas a vaidade de firmar posições individuais para, com isso, ganhar notoriedade e reconhecimento.

    Nós vivemos em cristo. E dos que vivem em Cristo, se espera um testemunho de santidade e compromisso. Desejando e procurando essa santidade, não vivemos menos, mas, sim, melhor, porque, quando Deus pede mais, é porque está oferecendo muito mais. (DA 352).

     

     

     





    Escrito por Meneguzzi às 07h30
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    Pertencer

     As pesquisas mostram que as pessoas estão buscando contatos emocionais e não apenas contatos físicos. Espaços afetivos precisam ser preenchidos.  Noto o quanto isso está presente na catequese. Crianças, jovens, adultos, pais, padrinhos, madrinhas, comunidade em geral, buscam proximidade, toque, carinho, alguém que lhes ouça, afague e estabeleça relações afetivas. Quando estes pontos são preenchidos é estabelecida uma relação de cumplicidade. Por isso eu insisto: existe vida além deste interesse quase cego em repassar doutrina. A catequese, segundo o Diretório Nacional, não pode se resumir a um conteúdo meramente doutrinário. A emoção também precisa falar alto. Precisamos descobrir, e repassar, o encanto de pertencer a um grupo seleto de pessoas convidadas a espalhar o projeto de Cristo. Pertencer a um grupo assim deve ser motivo de alegria e júbilo e não de desânimo.

    Novamente as pesquisas: elas mostram que as pessoas necessitam “pertencer”. Faltam coisas para pertencer. Precisamos trabalhar no sentido de gerar grupos com os quais as pessoas possam se identificar. Um grupo de catequistas que ama a sua missão e  que encara o trabalho com alegria, disposição e seriedade, gera na comunidade a vontade de pertencer. Mas quem se identifica com  gente que  não se gosta, não reza junto, não se perdoa, não planeja e nem avalia atividades e que faz  tudo de qualquer jeito e encara a missão como um fardo? Difícil que alguém se disponha a imitar, seguir ou se identificar com algo assim.

    O catequista precisa de fazer de suas palavras e atitudes, algo relevante. As pessoas, hoje, estão inclinadas a eliminar mensagens irrelevantes. Isso é fato. O que é desnecessário é eliminado, não é bem recebido. A praticidade tomou conta. Na frente da TV, muda-se o canal a todo instante. Basta um clique no controle remoto e pronto, temos centenas de outras opções de canais a nossa disposição.

    Nossa missão é relevante e precisa ser encarada desta forma.

    Nossas ações, como cristãos engajados, é que vão determinar as reações das pessoas. Uma ação desmotivada e desinteressada vai gerar respostas semelhantes. No que você acredita? Na transformação da sociedade através das coisas de Deus ou neste “faz-de-conta-que-eu evangelizo” que impera em muitas comunidades?

    Dê o seu melhor, apenas isso, mas faça a diferença. Seja missionário, discípulo. Não basta  ser apenas uma pessoa de fé. Necessitamos fazer com que os outros experimentem deste mesmo sabor e, com isso, descubram como é lindo tudo isso que vivemos e que escolhemos para nos guiar.Isso é pertencer e estimular os outros a também pertencer!Se eu pertenço, não marco apenas presença, mas me envolvo.

    O envolvimento gera vínculos e vínculos, no projeto de Deus, precisam ser duradouros e transformadores. ( Alberto  Meneguzzi)



    Escrito por Meneguzzi às 08h37
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    Não dá para evangelizar  com profundidade pessoas que a gente não se interessa em conhecer



    Escrito por Meneguzzi às 22h50
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    Momentos especiais de evangelização neste último final de semana, dias 06 e 07 de agosto, no KERIGMA do Bairro Cruzeiro e Comunidade Santo Antônio do Bairro Serrano



    Escrito por Meneguzzi às 08h14
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    “Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.”

    Li isso em algum lugar e não sei nem o autor, mas desde então, eventualmente publico meu blog e na minha página de facebook e utilizo nas palestras que sou convidado a dar.  Hoje, voltou-me este texto. Ele se enquadra perfeitamente ao meu estilo de vida. Eu também sempre desprezei as coisas mornas. Sempre tentei, em tudo, fazer as coisas diferentes. Minhas paixões, por exemplo, desde a adolescência, sempre foram muito intensas, meus amores sempre foram muito amados. No que se refere aos sentimentos, sempre me joguei de corpo e alma. Não foi e nem é diferente na minha relação com os amigos. Amigos, para mim, são amigos mesmo e por eles me dedico de corpo e alma. Claro, ser assim, intenso e verdadeiro, causa problemas em algumas situações. Azar. Prefiro ser assim a ser morno, fazendo tudo de maneira mais ou menos, sem experimentar o sabor de fazer melhor ou o dissabor de descobrir que algo não deu certo e que é preciso refazer o rumo.

    Também sou assim, e sempre fui, na minha caminhada de Igreja. Sou um privilegiado em ter descoberto tantos caminhos diferentes no projeto de Deus. Sou um privilegiado em ser catequista. E como sempre encarei minha missão como algo sério, também procuro fazer da evangelização algo sempre muito intenso e profundo e não  a mesmice irritante que não toca, que não muda e que não indica caminhos diferentes.

    Sou assim, sempre fui e já paguei  o preço desse meu jeito. Mas não me importo. O que posso ter feito de errado, corrigi, porque junto com esta minha intensidade, também apreendi a ser humilde e a pedir desculpas  e perdão quanto preciso for. “O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.”

    Viver tem que ser pertubador. Um catequista precisa incomodar.

    Um evangelizador precisa passar a mensagem de tal forma que toque corações, ou no mínimo, cause no receptor algum efeito.

     



    Escrito por Meneguzzi às 08h07
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    Momentos assim, são especiais. KERIGMA do Bairro Cruzeiro, com a participação de jovens da comunidade Santo Antônio do Bairro Serrano. Foi neste final de semana. Eu estive lá junto com outros tantos jovens e adultos que buscam um mundo diferente e naõ aceitam guardar para si, as maravilhas do projeto de Deus.



    Escrito por Meneguzzi às 11h15
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    Não necessárias muitas palavras. O abraço e o beijo da mãe e do pai no filho que chegava do retiro neste domingo, na Igreja Matriz do Bairro Cruzeiro, dizem tudo. Trabalhamos no sábado e no domingo, o Kerigma, o primeiro anúncio. Batemos na tecla da família e dos caminhos que esses jovens podem escolher. Na chegada, a emoção deles e dos pais. Um beijo assim, vale muito mais do que mil palavras. Valeu o final de semana. A catequese precisa de ações ousadas, momentos especiais. Para isso, precisamos de coordenadores e catequistas corajosos, conscientes de sua missão e que arriscam fazer coisas diferentes. Por aqui, em Caxias, estamos arriscando. Os Kerigmas, organizados em diversas comunidades, tem surtido um efeito interessante. A foto diz tudo. Valeu a pena, juro que valeu!



    Escrito por Meneguzzi às 22h27
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    recados de catequistas de todo o Brasil

    ....Oi Alberto meu nome é Gisele e eu te conheci pelo site "catequisar.com" amei cada um de seus textos, usei vários em formaçãoes de catequista e retiros. Tenho só o primeiro livro, que li rápidinho também, muito embora já conhecia vários textos, mas mesmo assim é sempre uma leitura muito agradável. eu trabalho na formação pastoral da minha paróquia, pulei da formação de catequista, para a coordenção garal pastoral, formulando retiros e apostilas para todas as pastorais e agora gerencio o Blog da paróquia, (http://saocristovaobetim.blogspot.com/) é muito trabalho mas é tão bom!!!! Vc me inspirou muito e sempre busco não ser uma Eleonora, sou uma catequista melhor depois de seus textos. Te achei tem pouco aqui nesse blog. Estou mega feliz por poder ler seus textos novamente. espero que não se importe de as vezes eu postar seus textos (com os deidos créditos e lnks) no blog da minha paróquia. Abraços..."
    Gisele | gisaafonseca@gmail.com | Betim/MG | 

    ...Olá Alberto nos conhemos em Tangará da Serra quando por lá passaste para uma palestra sobre catequese bem me lembro de sua palavras que marcaram e fizeram com que me tornasse sua fã "catequese não é aula e catequista não é professor/a" conversamos muito depois do encontro porque na verdade eu não estav participando diretamente já que morava lá e estava trabalhando lembra? A partir daquele dia tenho acompanhado seu blog ele me anima nesta caminhada como catequista. tenho os dois livros e quando estou desanimada leio um trecho e me animo de novo.que Deus te ilumine sempre.Lúcia...."
    Lucidia | lucidiarosa@hotmail.com | Sinop-MT | 

    Nota do autor do Blog: Obrigado catequistas de todo o Brasil. Sou apenas instrumento nas mãos de Deus. O  que eu puder fazer para animar outros catequistas, eu vou fazer. Nossa missão  é linda, mas precisa ser realizada com responsabilidade e ânimo, além é claro, da coragem e da formação. Não dá mais para evangelizar de qualquer jeito. Se quizermos uma catequese melhor, uma Igreja mais atuante, jovens mais engajados, precisamos ser catequistas melhores. Obrigado por acessarem este blog. Espalhem o endereço deste e de outros blogs de outros catequistas, para suas comunidades. São sempre fontes riquíssimas de troca de experiências, conteúdos e de partilha. Rezemos uns pelos outros, em todo o Brasil. ( Alberto Meneguzzi)

     



    Escrito por Meneguzzi às 17h31
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    Incrível. Estive no Haiti em 2010 e fui até o local onde a Igreja desababou com o terremoto do ano passado. Tudo estava destruído ao redor. Apenas uma cruz ficou intacta. Reparem no final desse vídeo. É evangelizador. Quando estive em Porto Príncipe, era questão de honra visitar alguns locais. Na frente dessa cruz, chorei feito uma criança. Ó vídeo é uma reportagem da TV GLOBO minutos após o desabamento da Igreja, que segundo informações, era onde estava a Dra Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.

    Assista o vídeo - http://mais.uol.com.br/view/11906972



    Escrito por Meneguzzi às 08h46
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    "....Neste sábado, dia 06 e domingo, dia 07, estarei envolvido com um encontro chamado de Kerigma. Em torno de 200 pessoas irão participar deste encontro destinado a formação de jovens, catequistas e lideranças da Igreja. Em dois anos, o Kerigma tem sido organizado em várias comunidades de Caxias e região. Mais de 1.500 jovens já participaram destes encontros e em torno de 100 catequistas também já puderam participar com suas turmas dessa formação. São jovens, alguns nem tão mais jovens assim com é o meu caso, que trabalham pela evangelização de outros jovens. Sentimos a necessidade de passar o primeiro anúncio aos jovens que estão na catequese ( crisma e pré-crisma). Notamos que muitas comunidades encontram dificuldades de organizar encontros atrativos e profundos para mostrar o amor de Deus e um caminho diferente para quem está na catequese. Pensando nisso, organizamos uma equipe que organiza todo o encontro ( Palestras para os jovens, momentos com os catequistas e com os pais), além de toda a logística do encontro ( crachás, lanches, almoço, deslocamento para o local do encontro, cadeiras, foolhas, material para momentos de grupo, oração, missa de chegada). Adoro isso. Serei mais uma vez, instrumento para evangelizar outros jovens. É o mínimo que posso fazer. Seria egoísmo da minha parte e da parte de muitos outros, conhecer Jesus, saber como é bom seguir seus passos, e guardar isso a sete chaves sem querer passar para os outros. Por isso, eu e outros amigos, companheiros de caminhada, estaremos neste encontro, trabalhando para que outros jovens, catequistas, adultos, sintam exatamente o que a gente sente: o amor de Jesus....."

    KERIGMA PARA JOVENS DA CRISMA DO BAIRRO CRUZEIRO E DA COMUNIDADE SANTO ANTÔNIO DO BAIRRO SERRANO. DIAS 06 E 07 DE AGOSTO DE 2011



    Escrito por Meneguzzi às 08h15
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